Como criar um Ecommerce do zero: guia para a primeira venda
Por Bruno de Oliveira
Atualizado em 30/07/2026
13 min de leitura
Conteúdo escrito por humano
Pontos principais do artigo:
Para criar um Ecommerce do zero, decida o nicho antes de montar a loja, comece pela loja virtual própria e monitore a conversão desde o início;
O maior erro de quem começa é construir estrutura antes de validar o produto. A primeira venda é o verdadeiro marco de um negócio que vai funcionar;
Excesso de informação é o maior inimigo de quem está começando. O Ecommerce na Prática filtra o ruído e entrega só o que funciona, passo a passo. 💙
O Ecommerce brasileiro faturou R$235 bilhões em 2025, o oitavo ano consecutivo de crescimento, segundo a ABComm.
Mas tem muita loja virtual aberta que nunca vendeu nada.
A explicação quase sempre é a mesma: canal errado, produto que não resolve um problema real, estrutura montada sem saber para quem.
A oportunidade está aberta. O que falta, na maioria dos casos, é saber por onde começar.
Neste artigo, você aprende como criar um Ecommerce do zero do jeito certo, do planejamento à primeira venda, usando a metodologia do Ecommerce na Prática.
Pronto? ☺️
Índice:
Marketplace ou loja própria? A decisão que define o começo
Para quem está partindo do zero, comece pela loja virtual própria. No marketplace, você vai competir diretamente com lojistas que já operam há anos e têm acesso a condições que você ainda não tem.
O principal desses problemas é o preço.
Quem já vende no Mercado Livre com consistência negociou volume com fornecedores, tem reputação consolidada e opera com margens que um iniciante dificilmente consegue replicar agora.
Chegar nesse ambiente na largada significa disputar em desvantagem.
Na loja própria, a lógica é diferente. Fabio Ludke, empresário e consultor de Ecommerce, resume bem essa distinção:
"Em marketplace, na grande maioria das vezes, a gente trabalha com a demanda que já existe lá dentro. Já quando a gente fala com loja virtual, você tem que criar essa demanda."
Fabio Ludke - Empresário e consultor de Ecommerce
É essa demanda que, uma vez construída, pertence a você, e não à plataforma.
E os dados confirmam esse caminho: entre os lojistas que já faturam acima de R$20 mil por mês, 69% têm a loja virtual como canal principal (NuvemCommerce).
Isso não quer dizer ignorar marketplace para sempre. Significa começar onde você pode construir algo que é seu.
Com o canal definido, a próxima decisão é sobre o modelo de operação: com estoque ou sem?
Vender sem estoque é o que se chama de dropshipping. Você anuncia o produto, o cliente compra e o fornecedor envia direto para quem pediu. Você não manuseia nada;
Com estoque, você compra os produtos, armazena e cuida do envio por conta própria.
Para entender qual modelo faz mais sentido no seu momento, compare:
Com estoque
Dropshipping
Capital inicial
Acima de R$1–2 mil
Mínimo, sem imobilizar capital em produto
Margem de lucro
Mais alta
Mais comprimida
Controle da entrega
Total
Limitado ao fornecedor
Indicado quando
Nicho e produto já definidos
Ainda testando nicho ou produto
Os dois modelos funcionam; a escolha certa é a que se encaixa no seu momento.
Como explica Emerson Duarte, professor do Ecommerce na Prática, que acompanha lojistas em diferentes estágios de negócio:
"Entre vender com ou sem estoque, não existe um modelo perfeito. O modelo perfeito é aquele que você adequa ao seu momento, adequa à sua estratégia, e você vai inclusive poder transitar entre um modelo e outro."
Emerson Duarte - Professor do Ecommerce na Prática e Autor do "Manual do Ecommerce Para Lojas Físicas"
Na prática, a disputa no dropshipping tende a ficar muito no preço, porque todos os lojistas têm acesso aos mesmos produtos.
Sem controle sobre a entrega e sem produto exclusivo, construir autoridade de marca fica mais difícil.
O modelo funciona bem como laboratório — ensina a vender, a atender e a negociar — mas tem limitações reais como estratégia de longo prazo.
Como criar um Ecommerce do zero passo a passo
Canal e modelo de operação definidos.
Agora vem a parte que a maioria executa na ordem errada: estruturar o negócio passo a passo, antes de se preocupar em vender.
1. Escolha o nicho pela subcategoria e valide a demanda
Para escolher onde você vai ter vantagem competitiva, vá além da macro categoria. Petshop é um mercado. Ração premium para cães de raça pequena é um nicho.
Essa diferença decide para quem você fala, o que você cria, como vai anunciar e quanto pode cobrar.
A história da Netshoes ilustra bem esse ponto. Americanas, Casas Bahia e Ponto vendiam de tudo, incluindo material esportivo.
A Netshoes entrou focada exclusivamente em esporte e passou a ser muito melhor nesse segmento do que qualquer generalista conseguia ser.
Bruno de Oliveira, fundador do Ecommerce na Prática, resume a lógica:
"Quando você se especializa, consegue falar diretamente com o público mais qualificado, escolher melhor os concorrentes e usar uma comunicação mais assertiva."
Bruno de Oliveira, fundador do Ecommerce na Prática
Com o nicho escolhido, o próximo passo é confirmar se existe demanda real antes de montar qualquer estrutura.
Três caminhos fazem esse trabalho sem investimento:
Google Trends: verifique se o interesse pela subcategoria está crescendo ou se já passou do pico. Subcategorias com curva ascendente ou estável são as mais seguras para começar;
Mais vendidos nos marketplaces: o que aparece consistentemente no topo de Mercado Livre, Shopee e Amazon já tem demanda comprovada. A questão passa a ser como você se diferencia, não se existe público;
Dados de crescimento de categoria: segmentos como Alimentos e Bebidas cresceram 58% em faturamento em 2025, segundo o NuvemCommerce 2026. Antes de fixar no nicho óbvio, vale olhar para onde o mercado está se movendo.
↪️ Se você já tem um produto específico em mente, leia também: Produto único: guia completo para vender monoproduto.
2. Construa a persona do seu cliente ideal
Para criar uma comunicação que converta, você precisa escolher a sua persona.Persona não é uma descoberta passiva.
É uma decisão: você desenha o cliente ideal da sua marca com as características que fazem sentido para o negócio que quer construir.
Pense num cliente dos sonhos.
Onde ele mora;
O que faz no dia a dia;
Quais são seus medos e desejos;
O que consome;
Quem o influencia.
Quanto mais concreto esse retrato, mais direcionada fica cada decisão de produto, preço e comunicação.
Se você ainda não tem clientes para entrevistar, não precisa esperar. Ricco de Carvalho, especialista em marketing, aponta um caminho que a maioria desconhece:
"Dá para conhecer sua persona lendo comentários em vídeos do YouTube, páginas da Udemy ou livros na Amazon. Esses comentários são uma mina de ouro, porque mostram exatamente como o público fala e o que ele sente."
Ricco de Carvalho, especialista em marketing
↪️ Para organizar essas informações, use o Mapa da Empatiagratuitamente, desenvolvido pelo Ecommerce na Prática.
Ele cobre seis dimensões do cliente: o que ele pensa e sente, vê, escuta, fala e faz, além das suas dores e ganhos.
3. Pesquise fornecedores como um processo contínuo
Para garantir produto disponível e margem saudável, trate a busca por fornecedores como um diamante bruto: você começa com o que tem e vai lapidando ao longo do tempo.
Ninguém começa com os melhores do mercado. Isso se constrói com relacionamento, volume de compra e tempo.
O primeiro fornecedor raramente é o definitivo.
Dois pontos que fazem diferença desde o início:
No mínimo dois fornecedores por produto. Se um atrasar, o outro garante o estoque. Ruptura numa loja nova tem custo alto;
Mantenha a busca ativa. Sempre existe um fornecedor melhor do que o atual. Quem para de buscar trava a margem.
Emerson Duarte, professor do Ecommerce na Prática, dá uma dica que a maioria ignora na hora de pesquisar:
"Os melhores fornecedores não vão estar na primeira página do Google. A primeira página é onde todo mundo para. Às vezes, o bom fornecedor está lá na terceira, na quarta, quinta e mais para trás."
Emerson Duarte - Professor do Ecommerce na Prática e Autor do "Manual do Ecommerce Para Lojas Físicas"
Mesmo no dropshipping, a análise de qualidade, prazo e confiabilidade continua sendo sua responsabilidade.
Quando o produto chega com defeito ou atrasa, é o nome da sua loja que aparece na reclamação, não o do fornecedor.
4. Formalize o negócio, registre a marca e o domínio
Para operar com credibilidade junto a fornecedores e clientes, regularize o negócio antes de vender.
Essa etapa cobre três decisões: tipo de empresa, domínio e registro de marca.
Para quem está começando, o MEI é o ponto de entrada mais indicado: abertura gratuita, sem contador, com faturamento anual de até R$81 mil.
Mas há uma ressalva estratégica que muita gente ignora. Ariane Marta, contadora especializada em Ecommerce, avisa:
"Começar o MEI é muito positivo para validação de produto, validação de negócio. Mas você tem que utilizar de maneira estratégica. Se você estourar o faturamento muito rápido, o benefício que você teve vira custo."
Ariane Marta – Contadora e Sócia da Brasct Contabilidade
Quando o negócio cresce e o faturamento se aproxima do limite, o próximo passo é migrar para ME (Microempresa), com teto de R$360 mil anuais.
Nosso artigo sobre MEI para Ecommerce tem um guia completo sobre essa transição. Vale ler! 🙂
⚠️ Domínio não é marca. Registrar o domínio no Registro.br (cerca de R$40/ano) garante o endereço do site. Registrar a marca no INPI garante o uso exclusivo do nome comercialmente.
São processos diferentes e os dois valem a pena.
Além da formalização, três leis regulam o Ecommerce no Brasil e todo lojista precisa conhecer:
CDC — direito de arrependimento em até 7 dias após a compra online;
Lei do E-commerce (Decreto 7.962/2013) — dados da empresa (CNPJ, endereço, contato) devem estar visíveis no site;
LGPD — regula como você coleta, armazena e usa os dados dos clientes.
5. Monte a estrutura mínima viável da loja
Para começar a vender o quanto antes, monte o mínimo que a loja precisa para funcionar. Não a versão perfeita. A versão que opera.
A Nuvemshop tem plano gratuito e cobre tudo o que você precisa para começar.
O checklist de configuração mínima dentro dela é:
Configurações gerais (nome da loja, CNPJ, endereço);
Categorias de produtos criadas e organizadas;
Pelo menos 10 produtos cadastrados com foto e descrição clara;
Nuvem Pago configurado como meio de pagamento;
Opções de envio ativas, com foco em fretes competitivos desde o início.
Esse último ponto merece atenção especial.
Frete caro é o principal motivo de abandono de carrinho para 57% dos consumidores, segundo o NuvemCommerce.
Camila Maia Magalhães, especialista em vendas, reforça o princípio por trás da estrutura mínima:
"Se você está começando agora e ainda está testando um produto ou modelo de negócio, uma plataforma gratuita pode ser uma ótima escolha, pois permite validar sua ideia sem investimento inicial."
Camila Maia Magalhães – Especialistas em vendas
Com tudo configurado, teste a loja como cliente: adicione um produto ao carrinho, finalize a compra e confirme se o pagamento entra na conta. Só abra ao público depois desse teste.
Criar um Ecommerce do zero custa menos do que a maioria imagina. Com plataforma gratuita e sem estoque inicial, é possível começar com investimento próximo de zero, exceto domínio e primeiros anúncios.
Para a maioria dos empreendedores, o maior obstáculo não é o custo de entrada.
É a falta de previsibilidade sobre o que vai custar.
Falta de capital para reinvestir é o principal desafio para 47% dos lojistas brasileiros, segundo o NuvemCommerce.
Planejar os custos antes de abrir é a forma mais direta de evitar esse gargalo.
Ana Clara Magalhães, especialista em marketing, coloca em perspectiva:
"Com o digital, você não só tem investimentos menores como também corre menos riscos, porque pode fazer testes para validar o negócio."
Ana Clara Magalhães – Especialista em marketing e redes sociais
A tabela abaixo compara os custos de início para os dois modelos de operação:
Dropshipping (sem estoque)
Com estoque próprio
Domínio (.com.br)
~R$40/ano
~R$40/ano
Plataforma
Plano gratuito Nuvemshop
Plano gratuito Nuvemshop
Ferramentas
~R$150/mês
~R$150/mês
Primeiros anúncios
A partir de R$6/dia
A partir de R$6/dia
Estoque inicial
R$0
Variável por nicho
Os ~R$150/mês de ferramentas consideram plataformas básicas de e-mail marketing e automação.
O valor de anúncios é o ponto de entrada, não o investimento recomendado para crescer de forma consistente.
Os erros mais comuns de quem cria um Ecommerce do zero
Quem não chega à primeira venda nos primeiros meses, quase sempre, não errou no produto.
Os erros mais comuns de quem está começando quase sempre seguem o mesmo padrão:
O primeiro erro é entrar no marketplace achando que a audiência pronta vai compensar a desvantagem de preço. Não vai. Quem já está lá há anos tem fornecedores negociados e margem que você ainda não consegue praticar;
O segundo é escolher um nicho genérico demais. "Moda" não é nicho. Quanto mais ampla a oferta, mais caro o anúncio e mais invisível a marca;
O terceiro é montar a estrutura antes de validar o produto. Duzentos SKUs cadastrados, integrações prontas, loja linda. Nenhuma venda feita. A estrutura não vende. O produto validado é que vende;
O quarto é esperar as vendas chegarem depois que a loja vai ao ar. Babi Tonhela, consultora especialista em Ecommerce, resume o que muita gente ignora:
"Criar a loja e botar os produtos online é apenas um dos passos. Depois, você precisa desenvolver esse negócio, criar conteúdo, conquistar sua audiência, botar isso no mercado, trabalhar sua marca. Por que as pessoas comprariam de você? É isso que você tem que pensar."
Babi Tonhela, consultora especialista em Ecommerce
O quinto é medir resultado só pelo faturamento e ignorar a taxa de conversão. Vender R$10.000 em um mês parece bom. Mas se 1.500 pessoas visitaram a loja para chegar nesse número, a taxa de conversão está em 0,67%, e você está deixando vendas para trás sem saber.
A média das lojas que faturam até R$100 mil por mês é de 0,75%, segundo o NuvemCommerce. O mínimo esperado para uma operação saudável é 1%: uma venda a cada 100 visitas.
⚠️ Com menos de 200 visitas por dia, qualquer variação nos números pode ser ruído, não tendência. Antes de mudar produto, preço ou layout, garanta volume suficiente para decidir com dado.
Loja no ar, produto cadastrado, primeiros acessos chegando.
Conseguir a primeira venda de um desconhecido exige mais do que uma boa loja. Exige aparecer onde o comprador já está.
Os quatro passos abaixo mostram como fazer isso, do conteúdo ao anúncio.
1. Crie conteúdo que mostra o problema antes de mostrar o produto
Para fazer o produto se vender sem depender de CTA explícito, o conteúdo precisa começar pela perspectiva de dor do cliente, antes de qualquer menção ao produto.
Uma publicação com "Rolha de vácuo para vinho. R$49,90. Clica aqui." passa despercebida no feed.
Outra mostra a cena: alguém quer tomar uma taça de vinho depois do trabalho, olha para aquela garrafa cara, não abre porque vai estragar, vai dormir sem o ritual que queria ter tido.
O produto aparece na resolução, como saída natural para o problema.
O cliente que se identifica com a cena pergunta onde compra. Você não precisa pedir.
Silvia Belluzzo, diretora de marketing do TikTok, define bem o princípio:
"Quando a gente fala de entretenimento no TikTok, não estamos falando de dançar ou fazer gracinha para vender. Entretenimento é educar, é informação, é o usuário aprender sobre o seu produto antes de consumir."
Silvia Belluzzo – Diretora de Marketing no TikTok
A estrutura que funciona para produto físico:
Apresente a situação em que o problema acontece — uma cena que o cliente reconhece na própria vida;
Amplifique a dor sem exagero — o incômodo tem que ser real para quem assiste;
Mostre o produto como resolução da cena, não como oferta.
2. Publique de um a três vídeos por dia nas redes sociais
Para construir alcance orgânico suficiente para as primeiras vendas, a cadência importa tanto quanto a qualidade de cada vídeo.
Reels, TikTok e Shorts distribuem conteúdo por retenção, e não pelo número de seguidores do perfil.
Um vídeo com boa taxa de visualização completa pode chegar a quem nunca ouviu falar da marca.
Segundo o E-Consumidor, 65% dos consumidores digitais descobrem novas marcas pelas redes sociais.
Nem todo vídeo vai ter bom desempenho.
Essa expectativa paralisa mais gente do que qualquer dificuldade técnica. A cada dez publicações, uma ou duas vão performar fora do padrão.
Essas são as que você entende, repete e melhora.
Canais para priorizar: Instagram Reels, TikTok e YouTube Shorts.
3. Invista em tráfego pago a partir dos posts que já convertem
Com a audiência sendo construída pelo conteúdo orgânico, o próximo passo é converter essa atenção em venda.
Tráfego pago escala o que orgânico já provou que funciona.
A lógica de operação: quando um post orgânico gerar engajamento real ou uma venda, esse post vira o criativo do anúncio.
Sem esse filtro, o orçamento vai para aprendizado que poderia ter custado zero.
Marcelo Bandeira, empreendedor e especialista em Ecommerce, aponta onde o erro costuma estar:
"Não adianta você colocar tráfego pago no seu Ecommerce se no final das contas o funil não está legal. Isso passa desde a parte do criativo até a parte da loja e para finalizar com a parte de checkout."
Marcelo Bandeira - Empreendedor e especialista em Ecommerce
Para começar com dados reais sem comprometer o caixa, R$15 a R$20 por dia durante sete dias já é suficiente.
Meta Ads é o ponto de partida mais acessível pelo volume de compradores ativos na plataforma.
⚠️ Se o anúncio não converte com R$20/dia, aumentar o orçamento não muda o resultado. O problema está na oferta ou no funil, antes do dinheiro.
4. Monitore as métricas certas desde a primeira semana
Para saber onde o negócio está travando, você precisa de três números:
Quantas pessoas visitaram;
Quantas compraram;
E onde as outras saíram.
Visitas sem venda têm dois diagnósticos possíveis.
O tráfego pode estar desqualificado, ou seja, você está atraindo pessoas sem interesse real no produto.
Ou o problema está na oferta: as pessoas chegam, mas algo na foto, no preço ou na descrição impede a compra.
O abandono de carrinho é o indicador que separa um diagnóstico do outro.
Quem adiciona o produto e sai antes de pagar costuma ser travado por frete, forma de pagamento ou falta de confiança na loja.
Quem sai antes de chegar no carrinho está sendo perdido antes disso, na página do produto ou na comunicação.
⚠️ Com menos de 200 visitas diárias, qualquer variação nos números pode ser ruído. Antes de mudar produto, preço ou layout, garanta volume suficiente para uma leitura confiável.
Aprenda a vender online sem cometer os erros mais caros!
O maior erro de quem começa não é escolher o produto errado.
É começar sem método, testando o que ouviu por aí, perdendo tempo e dinheiro até encontrar o caminho.
O Ecommerce na Prática é o guia para quem quer começar certo e não precisar refazer tudo depois.
Na escola Ecommerce na Prática, você aprende a escalar com método de verdade. 💙
Ao se tornar nosso aluno, você tem acesso a:
Suporte de especialistas: acompanhamento humano para tirar dúvidas na jornada;
Trilhas personalizadas: do zero à escala, com caminhos adaptados ao momento do seu negócio;
Comunidade de alunos: networking com outros lojistas para trocar experiências reais;
Ecossistema Nuvemshop: educação conectada às soluções da maior plataforma de ecommerce da América Latina.
⬇️ Está preparado para parar de perder tempo e construir um Ecommerce sólido e lucrativo?
É possível criar um Ecommerce do zero sem experiência?
Sim. A maioria dos lojistas que operam hoje começou sem experiência. O que faz diferença é a ordem: validar o nicho antes de montar a loja, escolher a plataforma certa e construir audiência desde o início.
Quanto custa abrir um Ecommerce do zero?
Depende do modelo. Com dropshipping, os custos fixos iniciais se resumem ao domínio (~R$40/ano) e ferramentas (~R$150/mês). Com estoque próprio, o maior custo é o estoque inicial, que varia por nicho.
Preciso de CNPJ para criar um Ecommerce?
É possível começar com CPF, mas não é recomendado. O MEI custa R$0 para abrir, dispensa contador e já garante CNPJ. Ter CNPJ facilita a negociação com fornecedores e melhora a aprovação de pagamentos.
Qual a diferença entre Ecommerce e marketplace?
No Ecommerce próprio, você controla marca, dados e margem. No marketplace, você vende dentro de uma plataforma de terceiros. São canais complementares, mas com dinâmicas e objetivos bem diferentes.
É possível fazer a primeira venda em menos de 30 dias?
Sim, e deve ser o objetivo. Com planejamento focado, é possível ter a loja no ar em uma semana. Quanto mais você espera ter tudo perfeito, mais tempo leva para aprender com a prática.
Bruno de Oliveira é fundador do Ecommerce na Prática, investidor, mentor, palestrante e autor do best-seller Crie Seu Mercado no Mundo Digital. Com mais de 20 anos de experiência em Varejo e Comércio Digital, hoje o Bruno é considerado um dos grandes especialistas em e-commerce do Brasil. No Ecommerce na Prática, já ajudou mais de 150 mil pessoas construírem negócios de sucesso na internet.
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Comentários
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