Aprenda como montar loja de jogos e o que vender | Guia
Por Vitória Freitas
Publicado em 19 de janeiro de 2026
11 min de leitura
Conteúdo escrito por humano
Pontos principais do artigo:
Para entender como montar loja de jogos, comece definindo seu nicho, formalize o negócio e escolha os produtos certos para lucrar desde o início;
O lucro real de uma loja de jogos vem da recorrência. Aposte num mix de jogos, gift cards e acessórios para fazer o cliente voltar sempre, indo além da venda do console.
O mercado brasileiro de games vai bater 5 bilhões de dólares até 2030, de acordo com a Grand View Research.
Se a dúvida era se loja de games dá lucro, os números respondem. A previsão é de que esse mercado cresça 9,9% ao ano até 2030.
Mas para lucrar de verdade com esse segmento, seu negócio não pode se manter na informalidade.
Se você trata sua venda como bico ou depende só do Direct… é hora de mudar isso.
Seja com consoles, jogos físicos ou acessórios, dá para montar uma operação de respeito sem gastar rios de dinheiro.
Neste artigo, vamos te mostrar como criar uma loja de jogos profissional, com um passo a passo validado.
Vamos começar!
Índice:
Quem compra jogos no Brasil?
Quem ainda acha que videogame é coisa de criança ou passatempo de nicho está deixando dinheiro na mesa.
O setor amadureceu e os dados da Pesquisa Game Brasil 2025 mostram que vivemos um momento único de expansão.
Os jogos deixaram de ser apenas um hobby lateral para se tornarem protagonistas.
Para 80,1% dos jogadores, os games já representam a principal forma de diversão.
Dá uma olhada no perfil atual desse consumidor:
O público é massivo: em 2025, 82,8% dos brasileiros afirmam ter o costume de jogar algum jogo digital, um salto relevante em comparação ao ano anterior;
As mulheres dominam: elas representam 53,2% do público total de jogadores, quebrando o estereótipo de que jogo é "coisa de menino";
Poder de compra consolidado: quase metade dos jogadores (49,4%) faz parte da geração Millennial (30 a 44 anos), um grupo que já possui renda própria e decisão de compra;
Identidade forte: a Geração Z lidera o engajamento, com 61,3% desse grupo se identificando abertamente como "gamers", o que facilita a criação de comunidades e marcas de nicho.
Temos um mercado aquecido, com um público diverso e disposto a gastar.
A demanda existe e está crescendo. Agora, o seu trabalho é posicionar sua loja para atender com profissionalismo todo esse público.
Como montar uma loja de jogos? Passo a passo validado
Tirar uma ideia do papel exige organização.
Por isso, a gente desenhou um roteiro lógico para transformar sua paixão em uma empresa de verdade, sem complicações desnecessárias.
Veja agora:
1. Organize o planejamento visualmente no Canvas
Ninguém monta uma operação de respeito só com ideias na cabeça.
Você precisa visualizar o todo para o negócio sair do amadorismo.
Baixe a nosso Canvas de Negócio gratuito, leve em uma gráfica rápida e peça para imprimir em tamanho A1.
Cole esse papel na parede do seu escritório ou do seu quarto mesmo, onde você bate o olho todo dia.
Use blocos adesivos coloridos (tipo Post-it) para preencher os campos. Nada de escrever direto no papel com caneta.
Seu plano vai mudar conforme você estuda o mercado, e você precisa de liberdade para ajustar a rota sem rasurar o projeto inteiro.
Como a Babi Tonhela, consultora especialista em Ecommerce, explica:
“O Canvas é uma ferramenta superflexível, você consegue ir alterando tudo conforme vai passando o tempo. A gente recomenda que você a preencha com post-its, porque assim ela fica super maleável para você ir trocando.”
Babi Tonhela – Consultora especialista em Ecommerce
⤵️ E para te ajudar a sair do zero a zero, aqui vai um modelo do Canvas preenchido:
💎 Topo/Base – Oferta e Valores
Oferta: Venda de consoles (PS4, PS5, Xbox) e jogos focados em estratégia e esportes para o público hard user.
Valor principal: Autoridade gamer: curadoria de quem entende do assunto e foco total na experiência do cliente.
Diferencial: Listas VIP para lançamentos (anti-FOMO), comunidade exclusiva no Discord e embalagens discretas.
📌 Coluna Esquerda
✨ Coluna Direita
Persona: Homens de 21 a 35 anos, moradores do interior, trabalham com tecnologia/home office e já têm hábitos gamers avançados.
Atendimento: Foco em autoatendimento eficiente (descrições completas no site) para compra rápida sem interação humana desnecessária.
Dores:
FOMO (Medo de perder lançamentos e novidades).
Julgamento da família (precisam de discrição na compra).
Burocracia e lentidão no processo de compra.
Falta de lojas especializadas fora das capitais.
Soluções:
Listas de espera para pré-vendas e lançamentos.
Embalagem parda discreta e nome camuflado na fatura.
Site otimizado para compra em poucos cliques ("1-click buy").
Envio rápido para cidades do interior.
Produtos:
Consoles (PlayStation 4/5, Xbox Series)
Jogos AAA (FIFA, Assassin's Creed, lançamentos)
Gift Cards (crédito para lojas digitais)
Periféricos (Headsets, mouses, teclados)
Colecionáveis de cultura pop
Fornecedores:
Distribuidoras oficiais com baixo pedido mínimo
Fornecedores da Santa Efigênia (SP) para variedade
Fornecedores de embalagens discretas e seguras
⚙️ Meio do Canvas – Estrutura do Negócio
Pagamento: Gateways com checkout transparente (Pagar.me/Mercado Pago), Pix para desconto à vista e parcelamento facilitado.
Logística: Melhor Envio para cotação simultânea (Correios + Transportadoras privadas) focando em frete competitivo para o interior.
Fontes de tráfego: Google Shopping (fundo de funil), Facebook/Instagram Ads para remarketing e parcerias com Streamers (Twitch/TikTok).
Parceiros: Influenciadores de nicho (games/tech), transportadoras parceiras e consultoria Ecommerce na Prática.
2. Defina sua oferta, nicho e valores inegociáveis
Tentar vender de tudo para todos logo no início é o caminho mais rápido para se tornar irrelevante.
Você precisa de um recorte claro de atuação. Essa escolha facilita a comunicação e atrai um público qualificado.
Mas ter bons produtos na prateleira virtual não basta. Sua marca precisa de alma para não ser apenas mais uma revendedora de caixas.
Para sustentar essa operação, definimos três pilares de valores inegociáveis:
Autoridade: não basta cadastrar o produto. Você deve produzir conteúdo técnico e mostrar que domina o assunto. É isso que transforma sua loja em referência;
Foco no cliente: coloque o comprador no comando das suas decisões. Se a sua audiência pede um lançamento específico ou dá um feedback sobre o serviço, você escuta e adapta;
Criatividade: fujo básico. É obrigatório investir um tempo pensando para criar campanhas, promoções e formas de interação que fujam do padrão. Fazer mais do mesmo não vai destacar o seu negócio.
3. Trace metas reais de faturamento e expansão
Sem meta definida, você não tem um negócio, tem um passatempo caro.
Para sair da informalidade e ver dinheiro entrando de verdade, precisamos colocar números na mesa.
Como exercício, vamos começar com um objetivo palpável para o curto prazo:
Faturar R$ 40 mil nos primeiros quatro meses. Parece alto?
Se você trabalhar com um ticket médio entre R$ 100 e R$ 200, esse volume de vendas é totalmente possível de alcançar.
Já para o longo prazo, a visão tem que ser grande.
O plano aqui é construir autoridade suficiente para se tornar uma distribuidora oficial de marcas gigantes, ou fazer do seu próprio produto um item de desejo.
4. Desenhe a persona e descubra como resolver as dores dela
Entender o comportamento do consumidor guia todas as suas escolhas, do estoque ao layout do site.
Como bem pontua a Babi Tonhela:
“Quando a gente define para quem a gente quer vender, as coisas ficam bem mais fáceis. Até mesmo para definir os produtos que nós queremos vender, até mesmo a forma que a gente vai se comunicar, qual vai ser a identidade visual desse negócio.”
Babi Tonhela – Consultora especialista em Ecommerce
O mercado mudou e os dados da Pesquisa Game Brasil mostram que o público é diverso.
Defina seu alvo com base no que vai para a prateleira:
Para hardware e consoles: mire nos homens da Geração Z e Millennials. Eles representam a maioria esmagadora no PC (66,9%) e nos consoles (61,5%). É o público que busca performance e tem renda para bancar setups caros;
Para acessórios mobile e jogos casuais: olhe para as mulheres. Elas já são 53,2% do total de jogadores no Brasil e dominam o mobile.
5. Monte um mix de produtos campeão e busque fornecedores
Para vender bem, você precisa de um portfólio que gire rápido.
Comece com os campeões de busca: consoles consolidados e os jogos que todo mundo quer jogar, como FIFA, Assassin's Creed e Super Mario.
Mas não dependa só do óbvio.
Enriqueça seu catálogo com itens que aumentam o ticket médio e trazem recorrência.
Aposte em Gift Cards (cartões de recarga), periféricos como fones e teclados, e itens de decoração ou colecionáveis.
Vale também olhar para o nicho de jogos de tabuleiro modernos, que atrai um público fiel e disposto a investir em entretenimento offline.
Agora, sobre onde comprar: não tente negociar direto com a Sony ou Microsoft logo de cara.
O caminho mais inteligente para o pequeno e médio empreendedor é outro:
“Nesse primeiro momento que você está começando o seu negócio, é bacana trabalhar com distribuidoras. Distribuidoras não exigem um mínimo de compra que seja muito grande. (...) Você consegue comprar variedade com menor valor.”
Babi Tonhela – Consultora especialista em Ecommerce
Isso permite que você tenha um pouco de tudo sem travar seu dinheiro em um estoque gigante de um único produto.
Você encontra esses parceiros com uma boa pesquisa no Google ou visitando polos de tecnologia, como a Santa Efigênia em São Paulo.
Não esqueça também de já fechar com um bom fornecedor de embalagens para garantir envios seguros e discretos.
6. Profissionalize a operação com CNPJ, ERP e loja virtual
O improviso tem prazo de validade curto no Ecommerce – bem curto.
Para sua loja de games ser levada a sério, a operação precisa rodar com estrutura profissional desde o dia um.
Nada de misturar CPF com CNPJ ou controlar estoque no caderno.
Organize a casa seguindo estes pilares:
Formalize com a categoria certa: projetando um faturamento inicial de R$ 10 mil mensais, pule a etapa do MEI. Abra direto uma Microempresa (ME) para garantir margem de crescimento sem travas fiscais;
Adquira um Certificado Digital: ele é sua assinatura eletrônica. Sem ele, você não emite notas fiscais e perde a credibilidade com o cliente que compra consoles de alto valor;
Centralize tudo no ERP: utilize um sistema de gestão, como o Bling. É ali que você cadastra produtos, fotos e SKUs, mantendo o estoque sincronizado e a logística organizada em um só lugar;
Tenha seu próprio site: redes sociais mudam o algoritmo o tempo todo. Garanta sua autonomia com uma loja virtual própria, onde você controla o visual, as promoções e as regras do jogo.
7. Integre soluções de pagamento e envio
A venda só termina quando o dinheiro cai na conta e o produto chega na mão do cliente.
Para isso funcionar sem dor de cabeça, você precisa integrar ferramentas que automatizam esse processo.
Primeiro, defina como você vai receber.
A loja virtual precisa de um intermediador robusto.
Se você usa Nuvemshop, o Nuvem Pago é uma forma de receber seu dinheiro sem nenhuma taxa.
Organize também a parte bancária:
Abra uma conta PJ: separe totalmente o dinheiro da empresa do seu dinheiro pessoal (CPF vs CNPJ). Bancos digitais como Inter ou Nubank resolvem isso rápido;
Cadastre o Pix: crie uma chave Pix vinculada ao CNPJ para receber pagamentos à vista com agilidade.
Na logística, esqueça a ideia de ir ao balcão dos Correios pagar preço cheio.
Use um facilitador como o Nuvem Envio. Essa ferramenta conecta sua loja a diversas transportadoras e aos Correios simultaneamente.
A vantagem é clara: o próprio cliente simula o frete no site e escolhe o que prefere.
Ele decide se quer pagar menos e esperar mais, ou pagar mais para receber rápido.
Você só imprime a etiqueta gerada e despacha o pacote.
8. Ative os canais de venda e as fontes de tráfego
Sua loja virtual é o quartel-general, mas ela não pode ficar isolada. Para ganhar velocidade, conecte seu catálogo também nos grandes marketplaces.
Esses sites já têm milhões de visitantes prontos para comprar, e você pode – e deve! – aproveitar esse fluxo.
Porém, jogar apenas no terreno dos outros é arriscado.
O grande segredo da escala é trazer gente qualificada direto para o seu site próprio.
Muita gente coloca a loja no ar e acha que as vendas vão cair do céu, mas a realidade é diferente.
Como alerta a Babi Tonhela:
“Loja virtual não se sustenta se você não leva pessoas para a sua loja virtual. Então é preciso você também identificar quais serão os seus pontos onde você vai fazer fonte de tráfego, onde vai investir para trazer mais pessoas.”
Babi Tonhela – Consultora especialista em Ecommerce
Comece pelo básico que dá resultado. Use o Meta Ads para fazer anúncios no Instagram e em aplicativos. Esses são os canais que mais criam desejo.
Já para capturar quem está decidido a comprar e pesquisa pelo nome do produto, invista no Google Ads – principalmente, no Google Shopping se tiver preço competitivo.
Para fechar o ciclo e dar nome à sua marca, busque parcerias com influenciadores.
Antes de gastar verba alta em anúncios no TikTok ou Twitch, selecione de 3 a 5 criadores do nicho para falar da sua loja e gerar confiança na comunidade gamer.
O que uma loja de jogos pode vender? 5 ideias de produtos
Muita gente acredita que uma loja de games vive apenas da venda de produtos caros.
Isso não é verdade.
O segredo de um negócio sustentável está na variedade inteligente do mix de produtos.
Você precisa equilibrar os itens de desejo, que trazem o cliente para a loja, com aqueles que garantem a recorrência e o dinheiro no caixa.
Separamos cinco categorias indispensáveis para você montar um catálogo campeão e fugir do óbvio.
Consoles e hardware
Quando falamos de como montar uma loja de jogos, o primeiro tipo de produtos que vem à mente são os consoles e hardwares; não à toa.
Esses são produtos altamente especializados, de alto ticket, e que atraem consumidores com orçamentos mais generosos.
Mas jogar nessa liga exige preparo financeiro.
O investimento inicial para montar um estoque de hardware é alto e o risco também é maior, já que estamos falando de produtos de ticket elevado.
A margem de lucro na venda do aparelho costuma ser apertada, então o lucro real vem depois, na venda recorrente de jogos e serviços para esse mesmo cliente.
Vale a pena o esforço porque, como já adiantamos, você atrai um público muito qualificado.
Os consoles são a plataforma preferida das classes A e B, ou seja, consumidores com maior poder de compra.
Além disso, homens representam 60% da preferência por essa plataforma, o que facilita na hora de direcionar seus anúncios (Pesquisa Game Brasil).
Jogos de tabuleiro e cartas
Nem só de telas vive o gamer. Existe um público gigantesco e fiel que prefere a mesa da sala ao controle do videogame.
Apostar em board games modernos e card games é a jogada certa para quem quer fugir da concorrência brutal dos eletrônicos e tem um orçamento inicial mais enxuto.
Diferente dos consoles, que exigem um capital de giro altíssimo, aqui você ganha na recorrência e na construção de comunidade.
Veja onde estão as oportunidades:
Trading Card Games: jogadores de cartas colecionáveis (TCG) – como Pokémon e Yu-Gi-Oh! – compram pacotes de cartas e decks novos com frequência. O cliente volta sempre para buscar a próxima expansão e melhorar o jogo;
Board games modernos: títulos como Catan e Dixit furaram a bolha e atraem grupos de amigos e famílias. É o nicho ideal para construir uma marca baseada em interação, sem precisar estocar hardwares caros;
Jogos autorais: você pode criar o seu próprio jogo focado em nichos específicos, fugindo totalmente da revenda tradicional.
Um exemplo prático de sucesso nesse caminho é a loja Isso Não É Um Jogo.
A marca se posiciona como uma "fábrica de afetos" e vende jogos de cartas criados para aprofundar relacionamentos e gerar conversas que fogem do óbvio.
É a prova de que ter uma ideia original e um propósito claro pode ser tão lucrativo quanto revender grandes franquias.
A venda do jogo em si (o software) garante o giro rápido do caixa.
Ao contrário do console, comprado apenas uma vez a cada ciclo de anos, o game gera desejo constante.
O cliente volta sempre atrás da novidade ou daquele clássico que faltava na coleção.
Nessa categoria, aposte no certo para não ficar com dinheiro parado na prateleira.
Esqueça títulos desconhecidos ou "cult" no início da operação.
O foco deve ser os jogos chamados de “triple A”, ou AAA. Os títulos de alto orçamento – e alta procura.
Produtos digitais
Para quem busca uma operação enxuta ou quer fugir da complexidade dos envios, os produtos digitais resolvem o problema.
Você vende o código, o cliente recebe por e-mail ou WhatsApp na hora e o negócio gira sem depender dos Correios.
O carro-chefe aqui são os Gift Cards (Cartões Presente).
Jogadores de console precisam desses cartões para assinar serviços online (como a PS Plus ou Game Pass) e comprar jogos nas lojas oficiais das plataformas.
Outra mina de ouro são os créditos para jogos específicos.
Títulos como Roblox e Fortnite baseiam sua economia em moedas virtuais (Robux e V-Bucks).
Muitos pais preferem comprar o código pré-pago na sua loja do que cadastrar o cartão de crédito diretamente no videogame do filho
Acessórios, periféricos e colecionáveis
O gamer está sempre em busca de um "upgrade" para melhorar o desempenho ou o conforto durante a jogatina.
Invista em itens que complementam a experiência:
Headsets de qualidade são obrigatórios para quem joga online e precisa se comunicar;
Mouses de alta precisão e teclados mecânicos atraem o público do PC que busca performance competitiva;
Já para os donos de console, controles extras e capas de proteção têm saída garantida.
Essa categoria é excelente para quem quer começar com um investimento médio.
Você não precisa do capital robusto exigido para estocar dezenas de videogames, mas consegue um ticket médio muito superior ao da venda de jogos simples.
Além disso, esses produtos são altamente "instagramáveis", o que facilita muito a criação de conteúdo para atrair compradores nas redes sociais.
Canvas grátis! | Monte sua loja de jogos do jeito certo
Temos certeza de que você está no caminho certo para criar uma loja de jogos incrível! 💙
Mas terminar de ler esse guia é só o primeiro passo.
Formada em Estudos de Mídia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e certificada em UX Writing pela PUC-Rio e Mergo. Com especializações pela HubSpot Academy, Coderhouse, M2BR Academy e Aldeia.cc, ela acumula 4 anos de experiência criando conteúdo estratégico, que ajudam empresas a vender mais.
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