Como ganhar dinheiro pelas redes sociais: guia completo
Por Ana Clara Magalhães
Atualizado em 25/06/2026
15 min de leitura
Conteúdo escrito por humano
Pontos principais do artigo:
Dá para ganhar dinheiro online usando suas redes sociais: venda pelo Instagram Shopping, TikTok Shop ou WhatsApp — com estrutura de loja por trás;
Redes sociais atraem clientes, mas a loja virtual é onde o negócio cresce: você fica com os dados, controla o canal e não depende do algoritmo;
Descubra ângulos que educam, geram prova social e aproximam do pedido. Baixe grátis nosso e-book com 57 ideias de posts. 💡
Redes sociais não são só entretenimento.
Para milhões de empreendedores brasileiros, elas já são o principal canal de venda.
E quem aprende a usá-las com método pode transformá-las em um negócio de verdade.
Neste guia, você vai aprender como ganhar dinheiro online usando suas redes sociais:
Os canais que mais convertem;
As estratégias orgânicas e pagas que funcionam na prática;
E a estrutura que protege o seu faturamento no longo prazo.
Vamos lá? ☺️
Índice:
Dá para ganhar dinheiro online pelas redes sociais?
Sim. Segundo o relatório Social Commerce da Opinion Box, 74% dos brasileiros já usam redes sociais para fazer compras — e 61% dos empreendedores usaram vendas diretas pelas redes como principal estratégia em 2025 (NuvemCommerce).
O mercado cresce no mesmo ritmo.
O social commerce brasileiro pode movimentar US$ 6,92 bilhões (R$ 34,76 bilhões) em 2030, de acordo com a Forbes.
Para quem está avaliando o primeiro passo no digital, essa vantagem tem um peso concreto:
“Com o digital, você não só tem investimentos menores como também corre menos riscos, porque pode fazer testes para validar o negócio.”
Ana Clara Magalhães – Especialista em marketing e redes sociais
Mas presença não é o mesmo que resultado.
Dados do NuvemCommerce mostram que 95% dos lojistas já estão no Instagram — o que significa que estar na rede virou obrigação básica.
↪️Leia também: Social selling: como atrair público e fechar pedidos?
Como ganhar dinheiro online usando suas redes sociais?
Saber que a oportunidade existe é o ponto de partida.
O que define quem transforma presença em receita é entender quais canais usar e como estruturar cada um para que a venda aconteça de forma consistente.
Veja agora como ganhar dinheiro online usando suas redes sociais:
1. Venda diretamente pelo Instagram Shopping e TikTok Shop
Quando 73% dos brasileiros já compraram algo que descobriram no Instagram, a plataforma deixa de ser só vitrine e se torna canal de venda — direto, integrado e sem redirecionar o cliente para outro site (Opinion Box).
Com o Instagram Shopping ativo, cada publicação ou Reels pode ter a marcação do produto diretamente no conteúdo.
O cliente vê, clica e é levado para o seu site.
Não por acaso, é o 2º canal complementar mais usado pelos lojistas brasileiros, com 52% de adoção (NuvemCommerce).
O alcance não depende de seguidores — depende do quanto o vídeo retém atenção.
Lojistas com poucos seguidores já geram volume relevante de vendas, e a plataforma já é canal ativo para 24% dos empreendedores do país (NuvemCommerce).
"No Instagram, a jornada do cliente hoje é muito baseada em confiança, prova social e relacionamento via direct. No TikTok Shop, a compra é um impulso focado no entretenimento e no review nativo."
Juliana Neves – Fundadora da loja Negaju Acessórios Afro
Os dois canais se complementam. E, sim, o mesmo vídeo pode servir para os dois.
2. Direcione o tráfego das redes para sua loja virtual própria
Mas quando a transação acontece na plataforma, os dados do cliente — e-mail, telefone, histórico de compra — ficam com a rede social, não com você.
É exatamente por isso que 69% das grandes lojas já colocam o Ecommerce próprio como motor inegociável do negócio (NuvemCommerce).
Empresas que capturam dados primários dos clientes conseguem aumentar a recompra sem depender de anúncios caros para recuperar quem já comprou.
"Lojas maduras usam as redes sociais como um canal de atração, mas o objetivo final é levar uma pessoa pra sua casa própria, ou seja, a sua loja virtual. Lá você captura o e-mail, o telefone e os dados daquele cliente."
Juliana Neves – Fundadora da loja Negaju Acessórios Afro
Na prática, o fluxo é simples:
O conteúdo nas redes gera atenção;
O link na bio ou no story leva para a loja;
E o cliente compra com preço, frete e pagamento já exibidos.
Sem esperar resposta no direct, sem atendimento manual para cada pedido.
A loja virtual é onde o tráfego do TikTok e os anúncios do Instagram se transformam em receita previsível.
As redes trazem o público — a loja fecha o negócio.
3. Feche pedidos no WhatsApp com catálogo e atendimento profissional
Com taxas de conversão até 6 vezes maiores que o Ecommerce tradicional (Chat Commerce Report 2025 via E-commerce Brasil), o WhatsApp é um dos canais mais eficientes para fechar uma venda — mas só quando entra no momento certo do funil.
Esse momento é o final da jornada, não o início.
A maioria dos clientes usam o WhatsApp para tirar dúvidas antes de finalizar a compra.
Neste estágio, eles já viram o produto, já sabem o preço — chegam ao chat para sentir segurança e resolver um detalhe.
Para isso funcionar, o WhatsApp precisa estar configurado como canal profissional:
Perfil Business com horário de atendimento;
Catálogo vinculado à loja virtual;
Mensagem automática fora do expediente;
Se possível, alguma automação que atende e faz a venda automaticamente, como o Nuvem Chat.
Uma boa prática: cada produto do catálogo deve ter o link direto da loja virtual correspondente.
Assim, quando o cliente decide comprar, o checkout acontece na loja — e você captura os dados, processa o pagamento e controla o estoque automaticamente.
4. Faça lives de venda para gerar picos de conversão
Quem gosta das lives de venda tem alta probabilidade de comprar: 45% dos espectadores compram com frequência (Opinion Box).
É um dos formatos com maior índice de conversão no Ecommerce, porque combina demonstração real, urgência e interação em tempo real.
Mas, para que a live realmente seja efetiva, ela deve ser pensada como algo realmente útil ao espectador:
"Live não é para vender produto encalhado. Você pode sim usar eles, mas com inteligência e mesclando com bons produtos, best sellers."
Nicolas Rodrigues - CEO da Oceanus Digital
O repertório de uma live vai além do desconto. Lançamentos, acesso antecipado a coleções, sessões de perguntas sobre os produtos — qualquer formato que gere engajamento e urgência funciona.
O foco mais importante é o ticket médio: o objetivo não é vender mais unidades, é fazer o cliente colocar mais itens no carrinho.
Para maximizar o resultado:
Divulgue a data com antecedência nas outras redes;
Prepare um roteiro com os produtos em destaque;
Defina um gatilho de conversão — como liberar um benefício exclusivo para quem comprar durante a live.
5. Trabalhe com influenciadores do seu nicho como canal de aquisição
Quando 44% das vendas no TikTok são impulsionadas por criadores ou influenciadores (UOL), fica claro que o criador de conteúdo é um canal de aquisição com resultado mensurável.
A lógica é direta: influenciadores do nicho já têm a audiência qualificada que você precisa alcançar.
Em vez de construir essa audiência do zero com tráfego pago, você acessa diretamente quem já compra produtos parecidos com o seu.
O ponto de partida mais acessível são os microinfluenciadores — perfis com público menor, mas altamente engajado e específico.
Nesse caso, a parceria costuma começar com permuta de produto, sem investimento financeiro.Para quem já vende pelo TikTok, o centro de afiliados da plataforma oferece um modelo ainda mais eficiente.
10 ideias de produtos para ganhar dinheiro usando redes sociais
Os canais para ganhar dinheiro online usando suas redes sociais estão claros, certo?
Agora, a pergunta que define tudo: o que vender?
Algumas categorias têm performance muito melhor nas redes do que outras — e a diferença começa nas características do próprio produto.
Veja a lista com nossas dicas agora:
1. Roupas e moda no geral
Moda é a categoria que mais vende no TikTok Shop no Brasil, com 50% de participação entre os produtos mais comprados (Opinion Box).
O motivo é simples: roupas ganham vida em vídeo — e as redes sociais entregam exatamente o ambiente certo para isso.
Uma foto estática dificilmente mostra caimento, textura ou como a peça fica no corpo em movimento.
Um Reels ou TikTok de 15 segundos faz tudo isso — e ainda gera o desejo de compra antes mesmo de o cliente ir ativamente procurar pelo produto.
O conteúdo que converte nessa categoria mostra a roupa em uso real: andando, girando, mostrando a caída do tecido em diferentes ângulos.
Quanto mais próximo da realidade do cliente, maior a taxa de conversão.
Acessórios e joias têm uma característica que favorece as redes: são pequenos o suficiente para aparecer em close, mas têm impacto visual desproporcional ao tamanho.
Uma pulseira, um brinco ou um colar mudam completamente um look e isso aparece em vídeo antes de qualquer explicação.
O conteúdo que mais converte nessa categoria mostra o acessório com detalhes.
Quanto mais o cliente consegue se imaginar usando a peça, maior a chance de compra imediata.
Para joias personalizadas, artesanais ou de maior valor agregado, o bastidor da produção é um ativo valioso.
Mostrar o processo de criação — o detalhe, o acabamento, o que diferencia a peça — constrói percepção de valor muito antes de exibir o preço.
Veja só como um dos nossos alunos, da equipe da D. Martarello Joias, usam as redes sociais:
Beleza e skincare ocupam o 2º lugar no TikTok Shop, com 46% de participação entre os produtos mais vendidos (Opinion Box).
É uma categoria em que o resultado fala mais alto do que qualquer descrição técnica — e as redes sociais são o único canal que consegue mostrar esse resultado em tempo real.
O diferencial do conteúdo de beleza nas redes é exatamente o oposto do que muita gente imagina: aplicação real na pele, sem edição, converte mais do que imagens perfeitas.
Quando o cliente vê o produto numa pele real, com textura e tom reais, a barreira de confiança cai antes do preço entrar em questão.
O conteúdo que funciona é o tutorial de aplicação: antes, durante e depois, com iluminação natural e sem cortes que escondam o resultado.
Quanto menos produzido parecer, mais genuíno soa, e mais o cliente se identifica com quem está recomendando.
4. Calçados
Calçados são produtos de necessidade que podem ser muito bem aproveitados em conteúdos nas redes sociais.
A Zambeze Calçados, loja de uma das nossas alunas, faz isso muito bem.
Em seus vídeos, a marca consegue explicar detalhes sobre a produção dos sapatos, materiais usados e até dar dicas de como usar cada item:
É conteúdo que educa sobre o produto, amplia o repertório do cliente e aumenta a percepção de valor da compra — sem criar nenhum custo adicional de produção.
5. Casa e decoração
Casa e decoração ocupam o 3º lugar no TikTok Shop, com 32% de participação (Opinion Box).
A força da categoria está na transformação: mostrar um ambiente antes e depois de um objeto no lugar converte porque responde à pergunta que todo comprador tem — isso vai ficar bonito no meu espaço?
O conteúdo que converte coloca o produto em contexto: numa bancada organizada, num cantinho da sala, numa estante com outros itens.
Quanto mais o cliente consegue imaginar o objeto no próprio espaço, menor a fricção até a compra.
6. Alimentos e bebidas artesanais
Alimentos e bebidas artesanais têm um ativo que a maioria das categorias não tem: o processo de produção é tão interessante quanto o produto final.
Mostrar uma fermentação, um pão sendo sovado ou uma embalagem sendo feita à mão cria engajamento natural e diferencia a marca de qualquer concorrente industrial.
Esse bastidor funciona porque transforma um produto de consumo em uma experiência com história.
O cliente não compra só o mel, o azeite ou a cerveja artesanal…
Também compra a origem, o cuidado e o processo que uma gôndola de supermercado jamais conseguiria comunicar.
7. Artesanato e produtos handmade
Produtos handmade têm uma vantagem estrutural nas redes: a exclusividade é parte do produto, não só do marketing.
Quando o cliente sabe que aquela peça foi feita à mão — e que não existe outra exatamente igual — o senso de urgência acontece naturalmente, sem precisar de desconto.
O processo de criação é o maior ativo de conteúdo dessa categoria.
Mostrar as mãos trabalhando, o material sendo moldado ou a peça ganhando forma transforma cada vídeo num argumento de venda.
Quem assiste já entende o valor antes de ver o preço.
8. Papelaria e organização
O público que consome conteúdo de produtividade e estética de estudo já está ativamente em busca de produtos de papelaria para montar o ambiente ideal.
Assim, essa é uma categoria onde o desejo existe antes mesmo de o cliente saber o que quer comprar.
Formatos como "organize comigo" ou a revelação de um setup antes e depois são conteúdos que o público costuma salvar para voltar depois.
Quando o produto está no link da bio no momento em que o cliente decide comprar, a conversão segue naturalmente.
A categoria de fitness e bem-estar tem uma característica aspiracional que é muito forte.
Se você quer vender equipamentos, suplementos ou outros produtos do tipo, o conteúdo que converte melhor é centrado no resultadoe no lifestyle.
Mostrar a rotina de treino onde o produto aparece, o progresso ao longo do tempo ou a mudança de hábito faz o produto surgir como consequência natural, não como propaganda.
Veja, por exemplo, como nossos alunos da Neurofood usam o Instagram:
Esse formato gera identificação, perguntas nos comentários e tráfego qualificado para a loja.
10. Produtos para pets
Poucas categorias têm a mesma facilidade de viralização orgânica que produtos para pets.
O ligação entre dono e animal é universal, não é mesmo?
E qualquer conteúdo que capture um momento genuíno com o bichinho tem potencial de alcançar muito além do público que já segue a marca.
O formato que mais converte é o vídeo de reação: o pet encontrando o produto pela primeira vez, descobrindo um novo brinquedo ou reagindo a um novo snack.
Esse conteúdo não precisa de roteiro nem de edição sofisticada para ter resultado — só de autenticidade.
Para produtos de higiene ou saúde animal, o relato do tutor funciona muito bem.
Mostre o problema que existia antes, o produto que resolveu e como o pet está agora.
Esse formato age como depoimento espontâneo e gera confiança em uma categoria onde a decisão de compra costuma ser mais criteriosa.
Estratégias orgânicas para vender mais pelas redes sociais
Com o produto certo definido, o próximo passo é construir a presença orgânica que faz as vendas acontecerem sem depender de anúncios.
As estratégias a seguir funcionam como base e tornam o tráfego pago (que vamos tratar sobre logo mais!) mais eficiente quando ele entra.
Crie conteúdo de demonstração real em vez de fotos de produto
Uma foto de produto responde "o que é isso?".
Um vídeo de demonstração responde à pergunta que precede a compra: "isso vai funcionar pra mim?"
Demonstração real não exige produção sofisticada, mas contexto.
O que converte é mostrar o produto sendo usado:
Roupa em movimento, não em cabide;
Skincare na pele real, sem filtro;
Objeto de casa no ambiente real, com escala visível;
Quanto mais o espectador se imaginar naquela situação, maior a chance de conversão.
Ative automação de comentários para transformar engajamento em venda
Quem comenta em uma publicação de produto já sinalizou interesse. Perder esse timing significa perder a venda.
A automação captura essa intenção antes que esfrie:
Você publica com uma chamada: "comente QUERO para receber o link";
Quando o cliente comenta, recebe o link automaticamente no inbox;
A conversa começa no momento em que o interesse está no pico.
Efeito extra: cada comentário aumenta o alcance orgânico da publicação.
Use depoimentos e UGC como prova social constante
No momento da decisão de compra, a voz mais influente não é a da marca — é a de quem já comprou.
Conteúdo Gerado pelo Usuário (UGC) funciona por dois motivos ao mesmo tempo: aumenta a credibilidade para quem está avaliando e distribui a marca para novos públicos sem custo de mídia.
Para alimentar esse ciclo: peça ativamente para clientes compartilharem a experiência e reposte com crédito.
Com o tempo, esse estoque de provas sociais se torna um ativo de aquisição contínuo.
Construa uma comunidade no WhatsApp para fidelizar fora do algoritmo
Quem entrou num grupo VIP de WhatsApp não chegou empurrado pelo algoritmo.Ele escolheu estar lá e isso faz toda a diferença na qualidade do engajamento e na intenção de compra.
"Hoje em dia, com um custo de aquisição cada vez mais caro, vocês não podem abandonar os clientes que já compraram de vocês. É muito mais fácil você vender para uma pessoa que já comprou de você. E é aqui que está o lucro de verdade das empresas, é na recompra."
Pedro Ballesteros – Especialista em Nuvem Marketing
Para funcionar, o grupo precisa entregar valor exclusivo:
Lançamentos antes de todo mundo;
Ofertas que não vão para o feed;
Acesso direto com a marca.
Movimente com intenção, não com frequência.
Três ou quatro ativações mensais bem planejadas valem mais do que posts diários sem propósito.
Estratégias pagas para vender mais pelas redes sociais
As estratégias orgânicas criam a base.
O tráfego pago amplifica o que já está funcionando e, hoje mais do que nunca, fazer isso com eficiência importa.
Comece pelo remarketing antes de investir em novos públicos
Antes de investir em novos públicos, o orçamento mais eficiente está nos que já demonstraram interesse.
Remarketing trabalha com audiências quentes:
Visitantes da loja nos últimos 30 dias;
Pessoas que abandonaram o carrinho;
Clientes que compraram uma vez e não voltaram.
Esses públicos custam menos para converter porque o trabalho de apresentação já foi feito.
Anuncie no Meta para gerar desejo e tráfego qualificado
O Meta é o principal canal de anúncios do Ecommerce brasileiro: 63% dos lojistas anunciam no Instagram e 48% no Facebook (NuvemCommerce).
A partir de janeiro de 2026, a Meta repassou um reajuste de 12,15% nos custos de anúncio no Brasil.
O impacto direto: cada real precisa trabalhar mais — criativo forte, objetivo alinhado ao funil e orçamento concentrado nos públicos com maior intenção de compra.
Explore o TikTok Ads como canal de descoberta de produto
Com 10% de adoção entre os lojistas — já à frente de anúncios em marketplaces (8%) e Pinterest Ads (4%) — o TikTok Ads cresce como canal de descoberta (NuvemCommerce).
Isso é refletido pelos dados: 49% dos compradores dentro do TikTok já estavam procurando um produto específico quando finalizaram o pedido (Mundo do Marketing).
Não é público passivo, e sim um público que está em constante modo de compra.
Para quem vai começar, a dica é fazer anúncios que parecem orgânicos. Eles performam melhor do que os que parecem anúncios.
Invista em Google Shopping para capturar quem já quer comprar
Enquanto as redes sociais criam desejo, o Google Shopping captura intenção.
Quem pesquisa "tênis de corrida feminino" ou "organizador de gaveta branco" já tomou a decisão de comprar, meramente está escolhendo onde.
Configurar o Google Shopping conecta o catálogo da loja diretamente a essas buscas.
O resultado aparece com foto, preço e nome da loja antes mesmo de o cliente entrar no site.
É o canal que converte mais rápido, especialmente se a pessoa já teve contato com a sua marca em alguma rede social.
Teste três versões de criativo antes de escalar o orçamento
Escalar um anúncio antes de saber o que funciona é o erro mais comum em tráfego pago, e o mais caro.
Teste pelo menos três versões do mesmo anúncio, cada uma com um ângulo diferente:
Focado na dor: o problema que o produto resolve;
Focado no desejo: o resultado que ele entrega;
Focado na oferta: preço, condição ou promoção.
Deixe os três rodarem por pelo menos 7 dias e escale o vencedor. O algoritmo aprende, mas só quando tem dados suficientes para aprender.
Por que vender só pelas redes sociais coloca o seu negócio em risco
Se você chegou até aqui, sabe que as redes sociais são um canal importante. No entanto, elas não podem ser o único canal da sua loja.
Todo empreendedor deve entender o risco de depender só delas
Pense assim: se o Instagram decidisse desativar a sua conta hoje, você sai de mãos vazias.
Não existe forma de exportar seguidores, não existe lista de contatos, nenhum e-mail salvo.
Do ponto de vista de dados, é como se aquele relacionamento nunca tivesse acontecido.
"A primeira coisa que ninguém fala é que ter muitos seguidores não pagam os seus boletos. O problema é que as redes sociais são um terreno alugado. Você não é dono da sua lista de seguidores. Se o algoritmo mudar amanhã ou se a sua conta for bloqueada, a sua empresa simplesmente desaparece."
Juliana Neves – Fundadora da loja Negaju Acessórios Afro
Você pode crescer muito numa rede social e ainda assim não ter nada que seja verdadeiramente seu.
Todo empreendedor que vende pelas redes conhece esse ciclo: um mês o alcance vai bem, no seguinte some.
Você não mudou nada — o produto é o mesmo, o atendimento é o mesmo, a frequência de postagens também.
Mas as vendas caíram.
Isso acontece porque o algoritmo não otimiza para o seu faturamento.
Ele otimiza para o tempo que as pessoas ficam dentro da plataforma.
Quando os interesses se alinham, ótimo. Quando não se alinham, você paga a conta.
Sem loja própria, você não conhece o seu cliente de verdade
Toda venda que acontece no direct te diz uma coisa: alguém comprou.
A loja virtual te diz quem comprou, o que comprou, quando voltou, quando não voltou e quanto custou adquirir essa pessoa.
São informações completamente diferentes. Sem esses dados, cada venda começa do zero.
Você não consegue fazer remarketing para quem já conhece o produto, não tem como mandar uma oferta para quem comprou há seis meses, não sabe quem são os seus melhores clientes.
E no Ecommerce, saber isso é essencial para crescer mês a mês.
Redes sociais vendem. Mas na loja virtual é onde o negócio cresce
A questão nunca foi abandonar as redes sociais — elas são o melhor canal de descoberta que existe.
A questão é entender o papel de cada peça na operação:
As redes atraem, geram desejo e criam contexto de compra;
A loja virtual converte, captura dados e sustenta o relacionamento pós-venda. Um sem o outro é uma operação incompleta.
As marcas que crescem de forma sustentável não escolhem entre um e outro.
Elas usam as redes para o que as redes fazem melhor, e têm uma estrutura própria para o que as redes não conseguem garantir.
E-book grátis | 57 ideias para criar conteúdo que engaja e vende
O resultado que você quer começa com a decisão de agir agora.
Como ganhar dinheiro online usando suas redes sociais?
Use as redes para atrair clientes e direcione-os para um canal de venda estruturado — Instagram Shopping, TikTok Shop, WhatsApp ou loja virtual. O que converte não é só o conteúdo, é a estrutura por trás.
Qual rede social dá mais dinheiro?
Depende do objetivo: Instagram lidera em anúncios e conversão, TikTok cresce em descoberta orgânica e WhatsApp fecha vendas com as maiores taxas de conversão. Na prática, nenhuma plataforma substitui as outras — as três se complementam.
Preciso de muitos seguidores para vender pelas redes sociais?
Qualidade do conteúdo importa mais do que tamanho da audiência. No TikTok, o alcance depende do engajamento, não dos seguidores. No Instagram, um produto bem apresentado converte mesmo em contas pequenas.
Preciso de uma loja virtual para vender pelas redes?
Para começar, você pode vender sem loja virtual. Para crescer de verdade, ela é essencial: você captura os dados dos clientes, faz remarketing e para de depender do algoritmo para alcançar quem já comprou.
Ana Clara Magalhães é senior manager de aquisição do Ecommerce na Prática e especialista em marketing e redes sociais. Pós-graduada em gestão de Marketing, ela foi responsável por desenvolver a estratégia de conteúdo da maior escola de e-commerce do país e, desde 2018, compartilha seu conhecimento ministrando treinamentos e criando conteúdos focados em auxiliar empreendedores a alcançarem o sucesso nas vendas online.
Nós utilizamos cookies e outras tecnologias semelhantes para coletar dados durante a navegação para melhorar a sua experiência em nossos serviços. Ao clicar em “Aceitar”, você concorda com o uso de todos os cookies. Você pode clicar em "Configurações de Cookie" caso deseje escolher quais cookies aceitar.
This website uses cookies to improve your experience while you navigate through the website. Out of these, the cookies that are categorized as necessary are stored on your browser as they are essential for the working of basic functionalities of the website. We also use third-party cookies that help us analyze and understand how you use this website. These cookies will be stored in your browser only with your consent. You also have the option to opt-out of these cookies. But opting out of some of these cookies may affect your browsing experience.
Necessary cookies are absolutely essential for the website to function properly. These cookies ensure basic functionalities and security features of the website, anonymously.
Cookie
Duração
Descrição
cookielawinfo-checkbox-analytics
11 months
This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Analytics".
cookielawinfo-checkbox-functional
11 months
The cookie is set by GDPR cookie consent to record the user consent for the cookies in the category "Functional".
cookielawinfo-checkbox-necessary
11 months
This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookies is used to store the user consent for the cookies in the category "Necessary".
cookielawinfo-checkbox-others
11 months
This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Other.
cookielawinfo-checkbox-performance
11 months
This cookie is set by GDPR Cookie Consent plugin. The cookie is used to store the user consent for the cookies in the category "Performance".
viewed_cookie_policy
11 months
The cookie is set by the GDPR Cookie Consent plugin and is used to store whether or not user has consented to the use of cookies. It does not store any personal data.
Functional cookies help to perform certain functionalities like sharing the content of the website on social media platforms, collect feedbacks, and other third-party features.
Performance cookies are used to understand and analyze the key performance indexes of the website which helps in delivering a better user experience for the visitors.
Analytical cookies are used to understand how visitors interact with the website. These cookies help provide information on metrics the number of visitors, bounce rate, traffic source, etc.
Advertisement cookies are used to provide visitors with relevant ads and marketing campaigns. These cookies track visitors across websites and collect information to provide customized ads.