Pontos principais do artigo:
- Entre as principais tendências de Ecommerce para os próximos anos estão a IA de ponta a ponta, experiência omnichannel e hiperpersonalização;
- Ter essas tendências no radar é essencial porque o consumidor está mais exigente e com tolerância zero a experiências ruins. Quem não evolui, perde vendas, confiança e lucratividade;
- O futuro do Ecommerce exige estratégia e dados. Aprenda a dominar essas tendências e garanta seu lucro. Venha para a escola Ecommerce na Prática e viva do digital com o conhecimento certo! 💙
O Ecommerce brasileiro amadurece mais a cada ano.
Por isso, estratégias que funcionavam muito bem nos últimos anos, podem estar desatualizadas para o cliente que teremos em 2026 em diante.
Por isso, nossa missão aqui é clara: vamos te mostrar as principais tendências de Ecommerce, dando o mapa para sua loja navegar nos próximos anos.
E para isso, contamos com os insights de alguns dos maiores especialistas do mercado.
Vamos juntos? 😉
15 tendências de Ecommerce para os próximos anos
O faturamento do Ecommerce brasileiro ultrapassou R$ 204 bilhões em 2024, segundo a ABComm.
E a expectativa de quem vende é que esse número seja ainda maior nos próximos anos.
Segundo o Nuvemcommerce, 77% dos empreendedores acreditam no crescimento das vendas online.
Mas é claro, no comércio eletrônico, o crescimento não acontece espontâneamente.
São as estratégias aplicadas que definem o sucesso individual de cada empresa.
E se você tem uma visão do que ainda vai acontecer… fica mais fácil definir onde concentrar seus esforços, não concorda?
Por isso, listamos 15 tendências de Ecommerce que especialistas prevêem para os próximos anos.
Continue lendo para entender!
1. Inteligência artificial (IA) de ponta a ponta no negócio
A IA é o seu novo pacote office, ponto final.
Fabio Ricotta, pioneiro do marketing digital no Brasil e CEO da Agência Mestre, resumiu essa virada no D2C Summit:
"A inteligência artificial é requisito básico. É como se fosse o Excel, o Word da nossa geração. Para quem é um pouco ‘das antigas’ sabe que a gente tinha que aprender o pacote Office. Hoje eu digo que você tem que aprender o pacote da IA."
Fabio Ricotta - CEO da Agência Mestre
O recado dele mostra que a tecnologia não é mais um luxo.
A IA precisa atuar como um braço que realmente gera valor e faturamento, não apenas como uma ferramenta de fachada no seu site.
De acordo com estudo da KPMG, mais de 55% das empresas brasileiras já aumentaram a receita com o uso de IA, provando que a tecnologia não foca mais só em eficiência interna.
A IA acelera o tempo de resposta e diminui erros, revertendo isso em vendas.
Um assistente de IA no Grupo Boticário, por exemplo, elevou as conversões de vendas em 46% no aplicativo (Meio & Mensagem).
A grande sacada agora é usar a IA para vender mais em canais que antes não existiam, como as interfaces de IA conversacional – tipo o ChatGPT para Ecommerce, Gemini, dentre outros.
Elas são um novo canal de vendas com taxa de conversão altíssima e funcionam puxando o que você já faz de bom no Google.
E para fazer isso, a palavra-chave é: AI Engine Optimization (AIO).
É como o SEO, mas com o objetivo de fazer com que sua marca e seu produto apareçam nas recomendações das IAs.
2. Experiência omnichannel unificada
O cliente de hoje não pensa mais em canais de venda, ele só quer resolver o problema dele com agilidade e fluidez.
Por isso, a experiência omnichannel – ou seja, a integração total e fluida de todos os canais da sua marca – virou uma expectativa básica e não um diferencial.
A jornada de compra é totalmente não-linear:
- O consumidor vê o produto em uma loja física;
- Vê um anúncio no Instagram;
- Lê opiniões no Google;
- Finaliza no site de casa;
- Ou qualquer um desses itens, em ordens diferentes.
Seu trabalho é mapear essa jornada e garantir que ela não tenha atrito.
E se você tem uma loja física, você tem a oportunidade de transformá-la em um centro de conveniência e atração para o seu negócio digital.
De acordo com o relatório State of Commerce 2025 LATAM, mais de 42% dos consumidores esperam ter a opção de BOPIS (Buy Online, Pick Up In Store), a famosa compra online com retirada na loja.
A operação omnichannel exige uma estratégia organizada em três pilares para funcionar de verdade:
- Você precisa definir canais para atração (mídias sociais, lives);
- Canais para conversão (seu site, apps);
- E canais para retenção (e-mail, programas de fidelidade).
A marca tem a missão de eliminar a separação não natural que existe entre o online e o físico.
Isso porque, cada vez mais, o cliente pensa apenas no nome da sua loja – não em um canal específico.
3. Vendas conversacionais e atendimento 24/7 no WhatsApp
O brasileiro transformou o WhatsApp em um verdadeiro balcão de vendas.
A plataforma deixou de ser apenas um canal de suporte para se tornar um ambiente primário de compra.
De acordo com o CX Trends 2025, no último ano, 15% dos consumidores compraram pelas redes sociais, e a venda pelo WhatsApp lidera o caminho com 30%, seguido de perto pelo Instagram (28%).
E com mais de 165 milhões de usuários no Brasil, a tendência para Ecommerces é vender cada vez mais por esse canal.
Guilherme Jesuíno, líder de operações Nuvem Chat, reforça a ideia da fragmentação da jornada do cliente e destaca o papel do WhatsApp nisso:
"O consumidor tem o momento de compra dele. Às vezes a pessoa passou o dia inteiro trabalhando e quando é 22 horas, ela lembra que vai ter uma festa... Ela entra na loja, vê o WhatsApp, quer tirar uma dúvida e finalizar a compra ali mesmo."
Guilherme Jesuíno – Líder de Operações Nuvem Chat
E, de novo, a chave para escalar isso está na inteligência artificial.
Ela permite oferecer suporte em tempo real, 24 horas por dia.
O objetivo é acelerar a venda, responder dúvidas complexas e oferecer recomendações personalizadas imediatamente.
Ferramentas como o Nuvem Chat, por exemplo, já mostram que essa é uma realidade.
Essa ferramenta de venda usa IA para conversar com o cliente, responder dúvidas comuns e sugerir produtos, mantendo a identidade e o tom de voz da sua marca.
A automação tira o volume de perguntas repetitivas do seu time. Isso libera seus atendentes humanos para focar apenas em conversões de alto valor ou suporte especializado.
4. Hiperpersonalização centrada no cliente
A hiperpersonalização é o ato de colocar o cliente no coração do seu negócio, não apenas no centro da sua estratégia.
Essa mentalidade, que o especialista João Branco chama de "desmarketing", significa ir muito além de usar o nome do cliente em um e-mail ou mostrar um produto que ele já comprou.
A personalização de verdade acontece quando você consegue descobrir a necessidade real, o vazio ou a dor que ele busca preencher.
A marca não precisa ser a que mais entende do produto, mas sim a que mais entende de quem o consome.
João Branco, resumiu essa virada no D2C Summit:
“Você não precisa ser a marca que mais entende de semijoia para ganhar nesse seu mercado. Você não precisa ser a empreendedora que mais entende de cosmético para conseguir ser a marca preferida de quem usa cosmético. Seu produto tem que ser bom. Mas entender de produto não é suficiente para deixar o seu cliente satisfeito.”
João Branco – Ex-VP do McDonald’s, consultor e professor
O foco muda do que você vende para o porquê ele compra de você.
A oportunidade é clara: De acordo com o relatório E-commerce Trends 2026, mais de 42% dos consumidores se sentem mais motivados a comprar quando a loja mostra uma vitrine personalizada com base no gosto deles.
O segredo está em usar a IA com propósito, focando em entregar valor percebido.
Para isso funcionar, você precisa coletar e usar dados de primeira mão – também conhecido como first-party data – que são aqueles fornecidos diretamente pelo cliente na sua loja.
Essa informação é o seu tesouro, pois ela permite que você não apenas “adivinhe” o próximo produto que ele vai querer, mas que você mostre que se importa com ele.
5. Avaliações (reviews) como motor de conversão
As avaliações de clientes viraram o novo time de vendas do seu Ecommerce.
Segundo E-commerce Trends, 91% dos consumidores já desistiram de uma compra por causa de uma avaliação negativa.
A reputação é verificada fora da sua loja.
Por isso, 28% dos clientes consultam sites como o Reclame Aqui antes de tomar a decisão final.
As pessoas leem reviews não por curiosidade, mas por insegurança.
Elas buscam validar se o produto é de qualidade, se realmente se parece com o anunciado e se o tamanho/caimento vai servir.
Assim, uma gestão ativa de reviews é obrigatória.
Você precisa estimular a avaliação, responder aos feedbacks negativos com transparência e mostrar que sua marca se importa em resolver o problema.
Uma resposta bem dada transforma um erro em uma demonstração de compromisso com o cliente, fortalecendo a reputação digital.
6. Velocidade de entrega e o imediatismo na conversão
A logística virou o novo campo de batalha do Ecommerce, e a velocidade de entrega se tornou um fator imediato de conversão.
Thammer Manzoni, diretor da Nuvem Envio Brasil, cravou esse ponto durante o D2C Summit:
“Um dos maiores fatores na decisão da compra por parte do consumidor está justamente no prazo. Hoje, 42% dos consumidores contemplam o prazo como ou principal ou um dos principais fatores na tomada de decisão.”
Thammer Manzoni – Diretor da Nuvem Envio Brasil
O frete deixou de ser um custo operacional para se tornar uma barreira crítica de vendas.
Um número chocante de 93% dos consumidores já abandonou o carrinho por causa do valor do frete (E-commerce Trends).
Então, encarar o frete como parte da estratégia de conversão é uma tendência de Ecommerce.
Uma dica que muitos especialistas dão é que se deve trabalhar com uma margem de segurança no prazo exibido.
Essa gestão de expectativa transforma o processo logístico em um fator de surpresa positiva e de fidelização, gerando o efeito "uau" que faz o cliente voltar a comprar.
Aqui vão algumas outras dicas para se preparar para essa tendência:
- Valorize a retirada na loja como forma de o cliente economizar o custo do frete, o que cria um fluxo de pessoas para vendas adicionais;
- Escolha parceiros de logística pela eficiência e suporte em momentos de crise, e não apenas pelo preço mais baixo;
- Implemente a comunicação ativa do rastreio para evitar a ansiedade e reduzir o volume de chamadas no seu SAC;
- Planeje grandes campanhas de venda, como Black Friday, com pelo menos 4 a 5 meses de antecedência, alinhando-se com todos os fornecedores para garantir a capacidade de entrega.
7. Social commerce e social selling
O jogo nas mídias sociais não é mais só sobre catálogo, ele mudou para a retenção de clientes.
Rafael Kiso, CMO da mLabs, fez a distinção importante no D2C Summit e você precisa entender essa diferença para parar de desperdiçar energia.
O especialista disse que:
"O social commerce é o guarda-chuva da gente vender através das redes sociais e plataformas de mídias sociais. Já o social selling é sobre relacionamento, não é sobre transação. É o quanto você usa fluxos de engajamento e relacionamento para vender mais. Uma coisa está contida na outra, mas são conceitos diferentes."
Rafael Kiso – Fundador e CMO da mLabs
Uma tendência de Ecommerce forte para os próximos anos é vender com base na conversa, e não na propaganda.
E nesse contexto todo, tratar seu perfil como um mural de ofertas é um erro que custa caro: 43% dos clientes deixam de seguir uma marca por excesso de autopromoção (mLabs).
O grande desafio, então, é ser memorável. Principalmente em um ambiente onde o tempo médio de atenção é baixíssimo.
O caminho é o social selling, que se baseia em fluxos de engajamento e relacionamento:
- Crie fluxos de acolhimento para novos seguidores e use funis nos stories para qualificar leads e enviá-los para o inbox;
- Faça da sua marca um criador de conteúdo que foca em “infotainment” (informação e entretenimento) para reter o público;
- Invista em conteúdo gerado pelo usuário (UGC). Ele é 8.7 vezes mais influente na decisão de compra do que a marca falando de si mesma, segundo Kiso.
Use a estratégia de social selling para aumentar a afinidade do seu perfil com os seguidores.
Isso garante que a plataforma entregue seu conteúdo de forma orgânica e que a sua marca seja lembrada na hora da decisão.
8. Pagamentos instantâneos (Pix e BNPL)
A agilidade na hora de pagar é um fator crucial de conversão.
87% dos consumidores se irritam com processos de checkout longos e complicados (E-commerce Brasil).
Por isso, os métodos instantâneos se consolidaram como padrão.
O Pix já é um dos meios de pagamento mais usados, mas a tendência mais forte, contudo, é o crescimento do Buy Now, Pay Later (BNPL), ou “Compre Agora, Pague Depois.”
Esse é um tipo de crédito que permite ao cliente fazer uma compra e dividir o valor em parcelas, sem cartão de crédito.
Ele funciona como uma espécie de carnê digital ou crediário moderno.
9. Realidade aumentada (AR) e provadores virtuais
A realidade aumentada (AR) é a tecnologia que finalmente conecta o mundo físico ao digital.
Ela resolve o maior problema do Ecommerce: a incerteza de comprar um produto sem poder tocá-lo ou prová-lo.
Ao simular o uso do produto, a AR diminui a probabilidade de o cliente errar na compra, o que tem um impacto direto na queda das taxas de devolução.
Essa é uma tendência especialmente forte em sites para vender roupas e acessórios na internet.
Além disso, para quem vende móveis ou decoração, a AR permite que o cliente visualize o item no próprio ambiente de casa.
Essa imersão fortalece a decisão de compra e transforma a experiência.
10. Comércio por voz (voice commerce)
O comércio por voz é o próximo campo de jogo onde o cliente quer fazer compras apenas falando.
Assistentes como Alexa e Google Home estão abrindo o caminho para que a compra seja feita usando somente a voz.
A Amazon, por exemplo, já processa bilhões de interações por semana via Alexa.
E isso só promete se intensificar daqui para frente…
O mercado já conta com agentes de inteligência artificial autônomos que saem de um modelo passivo para um sistema que toma decisões.
O assistente Rufus da Amazon, é um bom exemplo. Ele não apenas recebe o pedido, mas dialoga com o cliente para refinar a busca.
E vale lembrar que o futuro do Ecommerce por voz e da IA não está na tecnologia em si.
Ele está na qualidade dos dados que você usa.
Hélvio Machado Homem, Líder de Arquitetura na AWS Brasil, deu o recado durante o D2C:
"É fundamental que você use os dados exclusivos da sua empresa para alimentar os modelos de Inteligência Artificial disponíveis. Isso é o que realmente faz a diferença, pois os dados são só seus. Hélvio
Machado Homem – Líder de Arquitetura na AWS Brasil
11. Aumento do valor da vida útil do cliente (CLV)
Acabou a época em que o lema do Ecommerce era o "crescimento a qualquer custo".
Manter a mentalidade de pagar eternamente por anúncios caros para atrair um cliente que compra uma única vez virou uma estratégia totalmente insustentável.
Como explica Fabio Ludke, empresário e consultor de Ecommerce:
"Hoje em dia, com um custo de aquisição cada vez mais caro, vocês não podem abandonar os clientes que já compraram de vocês. É muito mais fácil você vender para uma pessoa que já comprou de você. [...] E é aqui que está o lucro de verdade das empresas, é na recompra."
Fabio Ludke - Empresário e consultor de Ecommerce
O foco agora muda para o crescimento lucrativo.
E o CLV (Customer Lifetime Value), ou valor da vida útil do cliente, é a nova métrica de ouro para medir esse sucesso.
A matemática é bem simples e muito clara.
Uma experiência superior do cliente gera uma taxa maior de compras recorrentes.
Esse aumento na frequência de compra eleva o valor do CLV, que é o que impulsiona o crescimento com lucro e o sustento do seu negócio a longo prazo.
12. Recommerce e economia circular
A sustentabilidade saiu do discurso de marketing e entrou no modelo de negócio, por isso o recommerce virou uma tendência de Ecommerce forte.
Recommerce é a prática de vender produtos usados, seminovos, ou recondicionados, e ele abraça a economia circular.
Esse movimento é uma resposta à busca do consumidor por ver os seus valores refletidos nas empresas que apoiam.
No total, 9 a cada 10 consumidores confiam mais nas empresas com propósito (CDL).
13. Eliminação de "falsos positivos" na conversão
Seu cliente está na era da tolerância zero para experiências ruins, e um "falso positivo" é o pior erro que você pode cometer.
O falso positivo acontece quando seu sistema de antifraude, por medo de golpe, rejeita um pedido de um cliente legítimo.
De acordo com dados do State of Commerce LATAM, as consequências desse erro são imediatas e severas:
- 19% dos consumidores ofendidos vão para um concorrente;
- 16% simplesmente desistem da compra.
Mas o prejuízo vai além da perda daquela venda.
Clientes que tiveram um pedido recusado injustamente gastam de 17% a 24% menos com a sua loja no futuro.
A solução está em usar inteligência artificial e machine learning para fazer a análise de risco em tempo real.
14. Devoluções como fator de fidelização
O processo de trocas e devoluções deixou de ser um gargalo para ser a oportunidade de fidelizar o cliente.
Uma experiência positiva nesse momento transforma o cliente insatisfeito em um promotor da sua marca.
Se você não consegue evitar que a troca aconteça – que é o mundo ideal de qualquer empreendedor – foque em criar um pós-venda deve ser fluido e contínuo, seguindo a lógica do Ecommerce 24/7.
Se o cliente compra meia-noite, ele não pode esperar o horário comercial para resolver um problema.
Ofereça automação e interfaces para que ele inicie o processo de devolução a qualquer hora.
Além disso, use essa oportunidade para escutar o cliente.
O feedback de trocas e devoluções é um aprendizado valioso.
A análise dos motivos de troca ajuda a identificar e corrigir falhas de fornecimento ou produção de forma imediata.
15. Checkout sem login em um clique
A agilidade virou o novo diferencial competitivo, e cada clique a menos é um passo a mais rumo à conversão.
Mais de um terço dos consumidores usam a opção de comprar com um clique, transformando o processo em algo instantâneo (E-commerce Trends).
Você precisa tirar todas as barreiras do caminho para o cliente que já está pronto para pagar.
Evite funis longos e formulários complexos. O cliente já salva dados de pagamento, e você deve capitalizar essa conveniência para agilizar a finalização.
Além disso, elimine a obrigatoriedade de login para agilizar a recompra e garantir que o cliente conclua o pedido na velocidade do impulso.
O futuro do Ecommerce te espera. Vamos juntos?
Chegamos ao fim deste mapa, mas sua jornada de crescimento está apenas começando.
Vimos que o consumidor de 2026 está mais maduro, exige IA com propósito, e só se fideliza com experiências sem atrito.
O empreendedorismo é desafiador, mas com o conhecimento certo, você ultrapassa essas barreiras e acelera seus resultados.
Foi por isso que criamos a escola Ecommerce na Prática. 💙
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Perguntas Frequentes
Qual é a principal tendência de Ecommerce?
A principal é o crescimento lucrativo (CLV). O cliente tem tolerância zero e exige experiência personalizada e uso estratégico de IA para fidelização.
Por que a Inteligência Artificial (IA) é uma tendência de Ecommerce?
A IA é requisito básico para crescimento lucrativo. Ela entrega hiperpersonalização e vendas 24/7, usando seus dados exclusivos para vender mais.
Qual é o futuro dos pagamentos digitais no comércio eletrônico?
O futuro é a agilidade sem atrito. O Pix se consolida, mas o BNPL (Compre Agora, Pague Depois) ganha espaço. Ele oferece crédito sem cartão, aumentando o poder de compra e a conversão.


Fabio Ricotta - CEO da Agência Mestre
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