Eletrônicos mais vendidos: 15 opções para vender no Ecommerce
Por Vitória Freitas
Publicado em 11 de fevereiro de 2026
9 min de leitura
Conteúdo escrito por humano
Pontos principais do artigo:
Os eletrônicos mais vendidos vão de itens de tecnologia pessoal a itens de casa e cozinha. O foco do consumidor é conforto, atualização rápida e praticidade no dia a dia;
Na hora de escolher o que vender, não busque só popularidade por popularidade, foque na margem. Escolha o que resolve problemas e faz o cliente comprar de novo na sua loja;
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Muita gente quer empreender no segmento de eletrônicos, mas trava na hora de escolher o que vender.
Afinal, o risco de competir com os gigantes do varejo é real neste nicho...
Mas os números trazem uma ótima notícia para o seu negócio.
Dados da PwC mostram que 68% dos consumidores brasileiros querem comprar esses itens (E-commerce Brasil).
Ou seja, a demanda existe e é enorme.
O pulo do gato não é brigar pelo menor preço, mas entender o que o público busca agora.
Então, vamos entender quais os eletrônicos mais vendidos no Ecommerce brasileiro?
Índice:
Quais são os eletrônicos mais vendidos? Top 15 produtos
Mapeamos os dados reais de alguns dos maiores marketplaces do Brasil para criar essa lista de eletrônicos mais vendidos no Ecommerce.
Mas aqui você não vai encontrar só uma lista de itens populares.
Vamos te mostrar insights de como montar um mix de produtos que traz margem e faz o cliente voltar.
Entenda agora onde mora a oportunidade real nesses números.
1. Smartphones
Smartphones lideram as buscas e o volume de vendas. Os destaques vão para a Samsung, com as linhas Galaxy A05, A07 e A56.
A Apple segue forte com iPhone 13, 15 e 16, e a Xiaomi marca presença com o Redmi Note 14.
Mas cuidado!
Vender apenas o aparelho esmaga sua margem e te coloca em uma disputa difícil com os gigantes.
O lucro real para o seu Ecommerce está no ecossistema em torno desses eletrônicos.
Todo cliente que compra um celular precisa de capa, película e fone.
Foque nesses itens para ter um negócio saudável e longe da guerra de preços.
Os modelos de 32 polegadas da Samsung e LG, como a 32LR600B, lideram a saída. A linha Crystal 4K de 43 polegadas também aparece forte nas buscas.
Vender TV, no entanto, exige cuidado com frete e logística. O produto é grande e frágil – dois fatores que influenciam no custo e na complexidade dessa entrega.
Outra coisa que deve ser considerada sobre esse segmento são os acessórios periféricos.
Quem compra uma Smart TV nova busca conforto.
Explore suportes de parede, cabos HDMI de alta velocidade e sistemas de som para compor a oferta.
De novo: isso aumenta seu ticket médio e foge da briga direta pelo menor preço do aparelho.
8. Smartwatches e wearables
A categoria de wearables segue em alta e traz oportunidades reais de lucro.
Modelos como o Samsung Galaxy Fit3 e o Redmi Watch 5Active aparecem com força total nos rankings.
Para quem vende online, esse produto é um prato cheio. Ele une tecnologia e moda.
Explore isso no seu conteúdo! Mostre as funções de saúde e esporte em vídeos curtos.
Outra dica de ouro é focar nas pulseiras extras. Você vende o relógio uma vez e acessórios coloridos o ano todo.
Isso garante que o cliente volte sempre para comprar novidades na sua loja.
9. Eletroportáteis de cozinha
A cozinha movimenta o comércio online com força.
Itens como liquidificadores potentes, batedeiras e sanduicheiras lideram os pedidos em grandes marketplaces.
O destaque fica para modelos como o Liquidificador Philco Inox 1200W e multiprocessadores que agilizam o preparo das refeições.
O diferencial aqui é vender a praticidade.
Vídeos de receitas rápidas com o grill ou a chaleira elétrica, por exemplo, despertam a vontade de comprar na hora.
10. Tablets
Tablets voltaram com tudo para a rotina de estudos e trabalho.
A Samsung domina a preferência com os modelos Galaxy Tab A9+, S9 FE e S10 Lite.
Para o lojista, a venda do aparelho abre portas para um mix lucrativo.
O cliente raramente leva o tablet sozinho. Ele busca proteção e produtividade.
Aposte em capas com teclado, suportes de mesa e películas resistentes. Ofereça o pacote completo.
11. Consoles de videogame
O PlayStation 5 Slim lidera a lista de desejos dos gamers.
Ter esse item na vitrine atrai tráfego qualificado para a sua loja.
Mas atenção à margem!
A concorrência no preço do console é bruta.
O lucro real mora nos acessórios que orbitam o videogame – como controle extra, headset de qualidade e base de carregamento.
Aposte na venda do "setup gamer" completo. Mostre o ambiente pronto.
Isso gera desejo e puxa a venda dos itens periféricos, onde sua rentabilidade é muito maior.
12. Notebooks
A linha Galaxy Book, da Samsung, virou referência absoluta para quem busca produtividade.
Ele lidera as listas de vendas porque entrega desempenho sem cobrar um valor absurdo por isso.
Para aproveitar a popularidade desse tipo de produto, crie kits de "Escritório Pronto" e gere conteúdo – esse é o caminho para criar desejo no consumidor.
13. Itens de limpeza e climatização
A busca por conforto impulsiona as vendas de aspiradores e ventiladores.
Modelos verticais da Philco e WAP, junto com os robôs aspiradores, são os favoritos de quem quer praticidade.
Ventiladores de mesa da Britânia também têm saída garantida, principalmente no calor.
Para vender mais, explore a produção de conteúdo.
Vídeos mostrando o "antes e depois" da limpeza fazem sucesso nas redes.
Isso cria identificação imediata e ajuda o cliente a decidir pela compra na sua loja, não no concorrente.
A automação residencial deixou de ser promessa e virou realidade de consumo.
Lâmpadas inteligentes da Positivo e fechaduras digitais da Intelbras lideram a procura por quem quer modernizar a casa.
Câmeras de segurança completam esse pacote de desejo.
Para o lojista, a oportunidade mora na venda consultiva.
Isso porque esses itens geram dúvidas técnicas. Assim, você pode usar o atendimento próximo para explicar a instalação e as vantagens.
15. Impressoras
A Epson EcoTank L3250 domina a preferência de quem trabalha em casa ou tem pequenos negócios.
O tanque de tinta atrai pelo baixo custo por página. Para sua loja, a máquina funciona como porta de entrada.
O lucro real fica nos suprimentos. Tinta de reposição e papel fotográfico garantem que o cliente volte sempre.
Venda a solução completa de economia para o escritório.
Isso aumenta o valor que o consumidor vê na sua oferta e foge da guerra de preço apenas pelo equipamento.
Como escolher os melhores eletrônicos para revenda?
O segredo para escolher bem não está no produto mais procurado ou vendido, mas naquele que gira rápido e tem boa margem de lucro.
Escolha itens que resolvem problemas imediatos e permitem vender complementos, pois é aí que mora o dinheiro de verdade.
Analise a demanda, mas priorize sempre a margem e a chance de fidelização.
Confira o que analisar antes de fechar com o fornecedor:
Busque produtos que puxam outros itens: vender um smartphone é ótimo para trazer gente nova. Mas a margem de lucro mora nos acessórios. Quem compra celular precisa de capa, película e fone. Aposte no ecossistema completo para aumentar o valor de cada pedido;
Pense no potencial de conteúdo: produtos como smartwatches, air fryers e câmeras Instax rendem ótimos vídeos. Se o item resolve um problema de forma clara ou deixa a rotina mais bonita, a venda acontece mais rápido;
Não esqueça da recorrência: itens como cartuchos de impressora e pilhas garantem que o cliente volte. Ter produtos de reposição no catálogo ajuda a manter o caixa girando, mesmo em meses mais fracos de vendas grandes;
Fique de olho na atualização tecnológica: eletrônicos ficam obsoletos rápido. Foque em modelos recentes que tenham boa aceitação. Evite estocar itens que podem perder valor ou funcionalidade em pouco tempo.
Onde vender seus eletrônicos: loja virtual ou marketplace?
Você não precisa escolher um só. O segredo mora na união dos dois mundos.
O marketplace funciona como um ótimo canal para atrair gente nova.
Ele tem o tráfego que você precisa no começo.
Mas a sua loja virtual é o lugar onde o negócio ganha corpo e futuro.
Fabio Ludke, empresário e consultor de Ecommerce explica a diferença:
Em marketplace, na grande maioria das vezes, a gente trabalha com a demanda que já existe lá dentro do marketplace. [...] Já quando a gente fala com loja virtual, você tem que criar essa demanda.
Fabio Ludke - Empresário e consultor de Ecommerce
Use a audiência dos grandes sites para fazer a primeira venda e traga esse cliente para o seu ambiente próprio depois.
Assim, você cresce com segurança e não depende da sorte ou das regras de terceiros.
Confira as vantagens de ter o seu próprio espaço:
Você manda na margem de lucro: nos marketplaces, as taxas comem uma fatia grande do seu ganho. Na loja própria, esse custo cai e sobra mais dinheiro no caixa para você reinvestir;
Os dados do cliente ficam com você: plataformas de terceiros não te entregam a base de contatos. Com seu site, você cria listas de e-mail e WhatsApp para vender de novo para a mesma pessoa sem pagar anúncio;
Sua marca ganha destaque: no meio de milhares de ofertas iguais, fica difícil mostrar seu valor. Na sua casa, você controla a experiência, o visual e a comunicação. O cliente lembra de você, não do marketplace;
Você dita as regras do jogo: mudanças de política em sites de terceiros podem derrubar suas vendas do dia para a noite. Ter seu canal próprio protege sua operação contra esses imprevistos.
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Listas de produtos mais vendidos são ótimas, mas entender os eletrônicos mais vendidos é só o primeiro passo.
Lideram a lista smartphones, dispositivos Alexa, Air Fryers e fones bluetooth. Mas atenção: o segredo do lucro não é vender só o aparelho, e sim os acessórios que o acompanham.
Qual o melhor nicho de eletrônicos para começar?
Aposte em acessórios e casa inteligente. São itens de alto desejo, geram conteúdo visual forte para suas redes sociais e fogem da comparação direta de preço dos grandes varejistas.
É melhor vender em marketplace ou loja própria?
Use os dois. O marketplace traz o cliente novo e o volume inicial. A loja própria fideliza, garante que os dados sejam seus e aumenta a margem de lucro a longo prazo.
Formada em Estudos de Mídia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e certificada em UX Writing pela PUC-Rio e Mergo. Com especializações pela HubSpot Academy, Coderhouse, M2BR Academy e Aldeia.cc, ela acumula 4 anos de experiência criando conteúdo estratégico, que ajudam empresas a vender mais.
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