Como criar um CNPJ para a loja virtual? Veja passo a passo
Por Vitória Freitas
Atualizado em 24/02/2026
12 min de leitura
Conteúdo escrito por humano
Pontos principais do artigo:
Abrir um CNPJ para loja virtual traz segurança e profissionalismo. Com ele, você emite notas fiscais e aceita diversos meios de pagamento;
Se você empreende sozinho, a Sociedade Limitada Unipessoal (SLU) é a melhor escolha. Ela protege seus bens pessoais de dívidas do negócio;
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Vender pelo CPF até funciona no começo, mas limita o crescimento rápido.
Grandes fornecedores e marketplaces pedem esse registro para liberar as melhores taxas e ferramentas.
Entendemos que a burocracia desanima muitas vezes.
Mas estar em dia com os impostos traz mais tranquilidade para alavancar sua empresa do jeito certo – sem jeitinhos.
Então, vamos entender agora como criar um CNPJ para a loja virtual?
Siga nossas dicas! 😉
Índice:
Por que criar um CNPJ para a loja virtual?
Por que, ao vender sem CNPJ você trava seu faturamento, não passa segurança para quem compra de você e ainda afasta bons fornecedores.
Além disso, vale lembrar: existe uma lei específica para o nosso mercado (Decreto nº 7.962/2013), que obriga lojas virtuais a mostrarem o número do CNPJ e o endereço físico de forma clara na página principal.
A falta desses dados custa vendas reais todos os dias, acredite.
De acordo com dados do Serasa, cerca de 48% dos brasileiros já deixaram de comprar por não sentirem confiança no site (CNN Brasil).
O cliente desiste do pedido e vai embora quando não encontra o seu registro profissional.
Assim, criar um CNPJ para a sua loja virtual é algo que beneficia sua empresa duplamente:
Você deixa o seu negócio em dia com a lei para evitar problemas com multas;
E ainda passa a segurança que o cliente precisa para fechar a compra sem medo.
No fim das contas, registrar sua empresa mostra que você não está apenas testando uma ideia passageira.
Camilla Magalhães, especialista em vendas, resume bem esse sentimento:
"Não importa como que você vai começar; se você vai abrir um MEI porque é mais simples, ou se você vai abrir um ME por ser mais completo. O importante é você começar do jeito certo, porque ter um CNPJ é um ato de compromisso, de respeito com você, com o seu negócio e com o seu cliente."
Os modelos de CNPJ ideais para cada estágio do lojista
Abrir o tipo de empresa errado gera gastos que você não precisa ter.
O modelo ideal depende do seu faturamento e dos seus planos de venda.
Antes de começarmos, você precisa saber que existe uma diferença importante entre o porte (MEI, ME e EPP) e o tipo jurídico da empresa (SLU e LTDA):
O porte diz o quanto você pode faturar e o tamanho da sua equipe;
Já a natureza jurídica define as regras sobre sócios e como seus bens pessoais ficam protegidos.
Vamos te mostrar os pontos de cada opção para você decidir o que faz mais sentido para sua loja agora.
MEI | (Até R$ 81 mil/ano)
Ser MEI é o jeito mais barato de sair da informalidade.
Ele funciona bem para quem está testando um produto e trabalha sozinho no dia a dia.
Sabemos que o limite de faturamento parece baixo, mas é o passo certo para quem quer começar com baixo custo.
Para quem é: quem fatura até 81 mil por ano e tem no máximo um funcionário ajudando na operação;
Vantagens: abrir o CNPJ é de graça e todo o processo acontece pela internet. Você paga uma única guia fixa por mês (DAS), que custa cerca de R$ 80. Não existe a obrigação de contratar um contador;
⚠️ Atenção: você não pode ter sócios e nem ser dono de outra empresa.
Tome cuidado, pois seu patrimônio pessoal fica ligado ao da loja.
Se o negócio tiver dívidas, seus bens pessoais podem ser usados para pagar.
A Ariane Marta, contadora e Sócia da Brasct Contabilidade, traz um alerta importante sobre essa modalidade:
"Começar o MEI é muito positivo para validação de produto, validação de negócio. Mas você tem que utilizar de maneira estratégica. Porque se você estourar o faturamento muito rápido, o benefício que você teve vira custo, e pagar um imposto com multas e juros vai ser pior do que você fazer certo desde o começo."
Ariane Marta – Contadora e Sócia da Brasct Contabilidade
ME (Microempresa) | (Até R$ 360 mil/ano)
A Microempresa é o degrau ideal para quem já vende com constância.
Ela traz a liberdade que o lojista precisa para aumentar as vendas e montar um time de verdade.
Nesse modelo a burocracia aumenta um pouco, mas esse é o caminho para quem quer jogar o jogo profissional.
Para quem é: negócios que faturam entre R$ 81 mil e R$ 360 mil anualmente. Permite contratar até 9 pessoas para o seu estoque ou atendimento;
Vantagens: você pode escolher qualquer ramo de atividade para vender. É possível entrar no Simples Nacional, no qual você paga vários impostos em uma guia só para facilitar a vida;
⚠️ Atenção: prepare o bolso para os custos iniciais, como taxas da Junta Comercial e o Certificado Digital.
Você terá que contratar um contador para manter tudo em dia.
A emissão de nota fiscal passa a ser obrigatória para todos os seus pedidos.
EPP (Empresa de Pequeno Porte) | (Até R$ 4,8 milhões/ano)
A EPP é o estágio de quem já conquistou espaço no mercado e movimenta muito estoque todos os dias.
Aqui o volume de vendas é alto e exige uma equipe maior para dar conta da operação.
É o momento em que sua loja vira um negócio de grande porte na prática.
Para quem é: lojas que faturam entre R$ 360 mil e R$ 4,8 milhões por ano. É o caminho certo para quem precisa de muitos funcionários, permitindo até 49 pessoas no time de comércio;
Vantagens: o ponto principal aqui é faturar milhões e ainda poder usar o Simples Nacional. Isso diminui muito o peso dos impostos quando comparamos com os modelos de empresas gigantescas. O formato suporta um crescimento de time bem grande;
⚠️ Atenção: prepare-se para lidar com mais papelada e gastos maiores na abertura.
Você terá que emitir nota fiscal de todas as vendas e o serviço de um contador é obrigatório todos os meses.
SLU (Sociedade Limitada Unipessoal)
A SLU é o jeito mais moderno de ter uma empresa sozinho sem colocar seus bens em risco.
Ela funciona muito bem tanto para quem é ME quanto para quem já é EPP.
Para quem é: pessoas que tocam a loja sem sócios, mas que buscam segurança jurídica para suas coisas pessoais;
Vantagens: a maior força desse modelo é que seu dinheiro pessoal não se mistura com o dinheiro da loja. Se a empresa tiver problemas com dívidas, sua casa e seu carro ficam protegidos;
⚠️ Atenção: o trabalho para abrir é maior do que no MEI. Você vai gastar com taxas da Junta Comercial e precisa ter um contador acompanhando o negócio por lei.
LTDA (Sociedade Limitada)
A LTDA é o modelo mais usado por quem decide empreender com parceiros de confiança.
É a escolha certa para quem quer dividir o trabalho e os lucros de forma organizada.
A Sociedade Limitada um registro muito seguro para quem planeja um crescimento em grupo.
Para quem é: ideal para negócios que possuem dois ou mais sócios. Não importa se a loja está começando agora ou se já vende milhões por mês;
Vantagens: ela protege o patrimônio de todos os envolvidos no contrato. O risco financeiro de cada sócio fica limitado ao valor que ele colocou no negócio;
⚠️ Atenção: abrir uma LTDA exige um contrato social bem escrito e assinado por todos os sócios.
Isso deixa a abertura um pouco mais cara por causa das taxas e autenticações.
Além disso, a gestão exige que os sócios estejam sempre de acordo sobre os rumos da empresa.
Vale lembrar que esse tipo jurídico também permite que outras empresas sejam sócias da sua loja, o que ajuda em planos de expansão futuros.
Modelo de negócio
Limite de vendas (ano)
Sócios
Proteção dos seus bens
MEI
Até R$ 81 mil
Não permite
Inexistente (Bens ligados à loja)
SLU (Microempresa)
Até R$ 360 mil
Não permite
Total (Bens separados)
SLU (Empresa de Pequeno Porte)
Até R$ 4,8 milhões
Não permite
Total (Bens separados)
LTDA (Microempresa)
Até R$ 360 mil
02 ou mais
Total (Patrimônio protegido)
LTDA (Empresa de Pequeno Porte)
Até R$ 4,8 milhões
02 ou mais
Total (Patrimônio protegido)
↪️ Leia também: O que é pró-labore? Entenda importância e como calcular.
Como criar um CNPJ para a loja virtual sem erros?
Depois de escolher o modelo, você precisa partir para a ação.
Vamos te mostrar como criar um CNPJ para a loja virtual do jeito certo para evitar dores de cabeça.
Siga esse roteiro:
1. Escolha as atividades e o código CNAE
Definir o que sua loja faz é o passo inicial.
O CNAE é um código de sete números que identifica sua atividade para o governo.
Escolher esse número com cuidado garante que você pague o imposto justo.
Errar nessa escolha traz multas e cobranças erradas da Receita Federal.
Atividade principal e secundária: defina o que mais vende e some outras tarefas. O MEI permite até 15 opções extras;
Custo e regras: o código dita o valor dos seus impostos e se o negócio pode ser MEI ou Simples Nacional;
Busca oficial: acesse o site do IBGE para encontrar o código exato da sua mercadoria.
2. Defina o tipo e o porte da empresa
Decidir o tamanho e o modelo da empresa garante sua segurança.
Esses nomes parecem confusos, mas eles ditam como o negócio vai crescer.
O porte indica o dinheiro que entra e quantos ajudantes você terá. A
natureza jurídica foca nos seus bens e nos sócios.
Porte (MEI, ME, EPP): analise o faturamento esperado e o tamanho do time;
Natureza jurídica (SLU, LTDA): prefira a SLU se trabalhar sozinho para proteger seu patrimônio;
Proteção de bens: separe suas contas pessoais das dívidas da loja.
Avalie seu faturamento e escolha o modelo que protege seus bens.
3. Selecione o regime tributário
Escolher como pagar seus impostos mexe direto no seu lucro.
A maioria dos lojistas corre para o Simples Nacional por causa da facilidade.
Ele de fato ajuda a manter o negócio em dia com apenas uma guia mensal.
Mas, precisamos alertar, nem sempre é a escolha que poupa mais dinheiro no fim do mês.
Simples Nacional: junta oito impostos no DAS. É o preferido de quem busca menos burocracia;
Lucro Presumido: a taxa foca em uma previsão de ganho. Pode ser vantajoso para quem tem margens maiores;
Lucro Real: pede um registro rígido de toda saída de dinheiro. Geralmente serve para operações bem grandes.
Faça simulações reais antes de decidir.
O plano certo garante que o dinheiro das vendas fique com você e não apenas com o governo.
4. Defina o endereço e consulte a viabilidade
Uma loja virtual permite que você trabalhe de qualquer lugar, mas o registro exige um CEP fixo.
Ele pode ser:
Endereço de casa: você pode usar sua própria residência para registrar o negócio. na hora do cadastro, informe que as vendas acontecem pela internet;
Escritório virtual: os dados da sua empresa ficam públicos na rede. Se você prefere esconder seu endereço pessoal, contratar um endereço fiscal é o caminho mais seguro para manter sua privacidade.
Seja qual for a sua escolha, a consulta de viabilidade continua sendo obrigatória.
A prefeitura exige o pedido de viabilidade pelo portal Redesim antes de qualquer registro.
A Prefeitura ainda precisa avaliar se as atividades econômicas da sua empresa (os seus CNAEs) podem ser registradas administrativamente naquele endereço ou região.
Fazer a consulta de viabilidade antes de fechar qualquer contrato (mesmo de um escritório virtual) evita dores de cabeça.
Isso porque é a aprovação nessa consulta que permitirá a emissão do seu alvará de funcionamento e demais licenças municipais no futuro
Organizar a papelada é a parte que muita gente deixa para depois.
Só que sem os documentos em mãos, você vai travar no meio do cadastro digital.
A sua conta no portal Gov.br precisa estar nos níveis Prata ou Ouro.
Sem esse acesso, você não consegue assinar os documentos pela internet.
Pense também na sua segurança.
Os dados que você informar agora vão aparecer para qualquer pessoa que buscar o seu registro na rede.
Por isso, evite usar seus contatos pessoais no cadastro da empresa.
Separe seu RG e CPF originais ou a carteira de motorista;
Pegue o comprovante de endereço com o número do IPTU do local da sede;
Crie um e-mail e um número de telefone apenas para a loja;
Tenha o Contrato Social pronto se a sua escolha não for o MEI.
6. Considere a contratação de um contador
Muitos lojistas veem o contador como um gasto a mais no fim do mês.
Entendemos bem essa preocupação.
No começo da jornada, cada real faz falta para comprar mercadoria e girar o estoque.
Mas esse profissional evita que você perca dinheiro com multas e taxas desnecessárias.
Se você começar como MEI, pode cuidar de tudo sozinho e poupar essa verba;
Porém, para quem abre uma Microempresa ou EPP, a lei exige o acompanhamento mensal de um contador.
O contador também revisa seu contrato social para que o registro saia sem erros na Junta Comercial.
É o caminho mais seguro para profissionalizar sua operação desde o primeiro dia, como explica Ariane Marta:
"As pessoas acham que a empresa do Simples é dispensada de contabilidade, mas não é. Contabilidade está lá no Código Civil. Tem que fazer balanço patrimonial, DRE, e não misturar contas pessoais com a conta da empresa."
Ariane Marta – Contadora e Sócia da Brasct Contabilidade
7. Faça o registro nos órgãos competentes
Este é o momento em que sua loja nasce de verdade no papel.
O caminho que você vai seguir agora depende do tipo de empresa que escolheu lá atrás:
MEI: o registro é 100% gratuito, feito na hora pela internet através do site oficial do Governo, o Portal do Empreendedor;
ME e EPP: o processo é feito via Portal Redesim e Junta Comercial. Envolve preencher o Documento Básico de Entrada (DBE) e pagar taxas governamentais, que variam de R$ 400 a R$ 3 mil.
8. Obtenha a Inscrição Estadual para emitir notas
A Inscrição Estadual é exigida na Secretaria da Fazenda para empresas que vendem produtos físicos (comércio/ICMS).
Já para quem presta serviços (ISS), é necessária a Inscrição Municipal na Prefeitura.
Sem esse cadastro nos órgãos estaduais ou municipais (dependendo do seu CNAE), sua loja virtual não conseguirá emitir as notas fiscais eletrônicas obrigatórias para os clientes.
↪️ Leia também: O que é ICMS: 5 passos para calcular e evitar multas.
Vantagens de criar um CNPJ para a loja virtual
Você já conhece os custos e prazos para se formalizar.
Agora, vamos focar no que você ganha ao sair do amadorismo.
O CNPJ abre portas que o seu CPF mantém fechadas e traz a segurança que o seu negócio precisa.
Entenda o que muda:
Emissão de notas fiscais: sem o registro estadual ou municipal, você não gera notas. Esse papel é o que protege sua mercadoria durante o transporte e garante o direito de quem compra. Além disso, evita que o governo aplique multas pesadas no seu bolso;
Meios de pagamento variados: como empresa, você aceita cartões, boletos e PIX com taxas menores. Isso evita que o cliente desista da compra por falta de opção na hora de fechar o carrinho;
Compra direta da fonte: grandes fábricas e atacadistas só vendem para quem tem CNPJ. Comprando direto deles, seu preço de custo cai e sua sobra de dinheiro no fim do mês aumenta;
Confiança do público: colocar o CNPJ no rodapé traz paz para o comprador. O cliente sabe que sua loja existe legalmente e sente segurança para passar os dados do cartão;
Crédito e organização: ter uma conta só para a loja evita que você gaste o dinheiro do estoque com as contas de casa. Os bancos também oferecem juros menores para quem busca capital para crescer.
Quanto custa criar um CNPJ para a loja virtual?
O valor para abrir o CNPJ da sua loja muda conforme o modelo de empresa e o lugar onde você mora.
Entendemos que gastar dinheiro com papelada logo de cara desanima um pouco.
Mas esse é o custo para tirar seu negócio do amadorismo e jogar o jogo profissional.
Aqui estão os valores detalhados para cada formato:
MEI (Microempreendedor Individual): a abertura é de graça. Você faz tudo pela internet no Portal do Empreendedor. Não precisa pagar taxas para o governo e nem contratar contador para começar a vender;
Microempresa (ME) e Empresa de Pequeno Porte (EPP): A Receita Federal não cobra pelo número do CNPJ. O custo real está nas taxas da Junta Comercial e nos alvarás da sua prefeitura. No geral, os custos ficam entre R$ 300 e R$ 3.000, variando muito de estado para estado.
Estimativa média de custos (para quem não é MEI):
Empresário Individual (EI), ME ou EPP: Espere gastar entre R$ 400 e R$ 800 com taxas;
Sociedade Limitada (LTDA): O custo fica entre R$ 800 e R$ 1.200. Esse modelo custa mais porque exige um Contrato Social detalhado e registros em cartório.
Custos extras na hora da abertura:
Contador: Como a lei obriga MEs e EPPs a terem um contador, esse serviço pode ser cobrado. Uma dica: muitos escritórios abrem seu CNPJ sem cobrar nada se você fechar o plano mensal com eles. Pesquise essa opção para economizar;
Certificado Digital: É o documento eletrônico para assinar papéis e emitir suas notas fiscais. O valor anual gira entre R$ 150 e R$ 250.
Quanto tempo leva para criar um CNPJ para a loja virtual?
O tempo para o seu CNPJ ficar pronto varia conforme o modelo de negócio que você escolhe.
Saber esses prazos ajuda você a se organizar sem criar falsas expectativas.
MEI (Microempreendedor Individual): o processo é o mais rápido de todos e o CNPJ sai na hora, imediatamente após você concluir o cadastro no Portal do Empreendedor. Em alguns casos, a aprovação pode levar até 24 horas;
Microempresas (ME) e Pequenas Empresas: Para esses formatos, o documento costuma ser aprovado em até 72 horas. Segundo o Mapa de Empresas do Governo Federal, a média nacional para a abertura completa de uma empresa é de cerca de 18 horas;
Empresas de maior porte: se o seu negócio já nascer com uma estrutura muito robusta, as burocracias mais complexas e os trâmites detalhados podem estender o prazo de abertura para 30 a 60 dias.
Modelo de Empresa
Prazo Estimado
O que acontece
MEI
Imediato ou até 24h
O CNPJ sai na hora pelo Portal do Empreendedor logo após o cadastro.
ME e Pequenas Empresas
72h a 30 dias
Média nacional de 18h, mas varia conforme estado e prefeitura.
Empresas de Maior Porte
30 a 60 dias
Trâmites detalhados e burocracia complexa pela robustez do negócio.
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Ter um CNPJ é um grande passo, mas é a estratégia que coloca dinheiro no bolso.
Por que devo criar um CNPJ para loja virtual agora?
Vender pelo CPF limita seu crescimento e afasta bons fornecedores. Regularize seu negócio para emitir notas e passar confiança real aos clientes. É o único caminho para subir de nível com total segurança.
Posso usar meu endereço de casa para abrir a empresa?
Sim, você pode usar sua residência para registrar sua loja online. Caso queira proteger sua privacidade e não deixar seus dados públicos na rede, contrate um escritório virtual. Faça a consulta de viabilidade na prefeitura antes de começar.
Qual o melhor modelo para quem está começando sozinho?
Se o faturamento for baixo, comece pelo MEI. Se precisar de mais fôlego ou proteção para seus bens, escolha a SLU. Esse modelo separa seu dinheiro pessoal das dívidas da loja. Estude seu ganho mensal e escolha o que traz mais paz para seu bolso.
Preciso mesmo contratar um contador para minha loja?
No MEI você cuida de tudo, mas na Microempresa o contador é obrigatório por lei. Veja esse serviço como um apoio para pagar menos impostos e evitar multas. Tenha um profissional ao seu lado para manter sua escrita em dia e focar apenas em vender.
Formada em Estudos de Mídia pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e certificada em UX Writing pela PUC-Rio e Mergo. Com especializações pela HubSpot Academy, Coderhouse, M2BR Academy e Aldeia.cc, ela acumula 4 anos de experiência criando conteúdo estratégico, que ajudam empresas a vender mais.
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