Cleide Pacheco tinha uma loja de calçados, 15 anos de experiência no físico e zero conhecimento de internet. Quando o nosso anúncio apareceu no seu feed em 2017, ela comprou um curso sem ter dinheiro para pagar o funcionário. O que veio depois mudou a Zambeze.
A Zambeze é uma loja de calçados e bolsas de Uberlândia, Minas Gerais.
Com mais de 15 anos no mesmo endereço, construiu sua identidade em torno de algo específico: sapatos para quem tem dificuldade de encontrar conforto.
Após se tornar aluna do Ecommerce na Prática ela conseguiu esses resultados para sua empresa:
- De 30 a 6.000 pares por ano: o produto estrela da Zambeze escalou com o Ecommerce;
- Mais de 300 pares vendidos em 3 dias com uma estratégia de promoção aplicada na loja física;
- Crescimento de 30 a 40% nas vendas da loja física;
- Vendas ativas nos 27 estados do Brasil.
A história de Cleide Pacheco e da Zambeze
Antes de abrir o próprio negócio, Cleide Pacheco passou 10 anos como vendedora CLT em uma empresa de alimentos.
Não era só um emprego: era escola.
Ela observou de perto como os donos administravam os processos, como o negócio se sustentava, o que funcionava e o que não funcionava.
A veia empreendedora — herdada da mãe, que vendia desde que Cleide se lembrava — foi ganhando forma ali.
Quando saiu, levou o aprendizado e abriu a Zambeze.
O posicionamento da sua marca nasceu de uma dor real: Cleide percebeu que suas clientes tinham o mesmo problema que ela — dificuldade de calçar bem.
Daí surgiu o foco da loja: calçados que aliviam dores e que cuidam.
Com os anos, a Zambeze construiu estrutura e clientela sólida no físico.
Mas em 2017, quando as vendas começaram a estacionar, Cleide criou o site da empresa — o primeiro passo para o digital.

Os desafios de vender calçados no digital
Ter o site no ar era o começo. O trabalho real estava na frente.
O primeiro desafio era técnico: Cleide não sabia nada de internet. Revia as aulas inúmeras vezes, aplicava cada instrução e recomeçava quando necessário.
A curva de aprendizado foi íngreme.
O segundo era estrutural: como vender sapato para quem não pode experimentar?
O calçado tem particularidades que a tela não reproduz — cada pé é diferente, a mesma numeração pode caber de forma diferente em modelos distintos.
Para um produto que depende do ajuste certo, essa era a objeção central.
O terceiro era imediato: a loja carregava estoque alto de sapatos de salto alto que não vendiam.
A transição para produtos que priorizavam conforto estava em curso, mas o giro precisava ser resolvido.
Como o Ecommerce na Prática ajudou
Os cursos que Cleide fez na nossa escola não entregaram só técnica — entregaram o método.
Cada aprendizado tinha aplicação direta no negócio de Cleide, e ela aplicava tudo.
1. Criou uma estratégia de promoção para ativar a loja física
Na época, a Zambeze carregava um estoque alto de sapatos de salto alto que simplesmente não saíam.
O giro estava travado — e foi nas aulas do Ecommerce na Prática que que Cleide encontrou a saída.
A ideia era simples e visual: cobrir a fachada da loja com uma faixa grande anunciando que uma promoção estava chegando em uma data específica.
Loja fechada por três dias, mas trabalho acontecendo por dentro.
A mecânica era essa:
- Descer todo o estoque para o salão, separar por numeração e deixar tudo organizado para a abertura;
- Publicar chamadas nas redes sociais e ligar diretamente para os clientes;
- Abrir no dia anunciado com desconto — e com tudo exposto, pronto para vender.
O estoque parado foi embora, mas a estratégia ficou — Cleide a aplica até hoje, periodicamente, com os mesmos resultados.
2. Descobriu como comunicar o produto para quem não pode experimentar
A maior objeção do Ecommerce de calçados parecia intransponível. Como convencer alguém a comprar um sapato pela tela?
A resposta estava na descrição.
Cada produto passou a ter informações específicas — se o sapato é melhor para pé mais fino ou mais largo, se a modelagem é maior ou menor do que o padrão.
Quando a loja identificava que um modelo tinha numeração fora do convencional, entrava em contato com a cliente antes do envio.
Vídeos explicativos foram adicionados: mostrando características internas, tecnologia de amortecimento, detalhes da palmilha.
A objeção não desapareceu. Mas foi reduzida o suficiente para que as vendas acontecessem.
3. Aprendeu a Oferta Explosiva para converter no digital
Com site no ar e comunicação de produto resolvida, faltava uma coisa: volume.
Foi aí que a Oferta Explosiva entrou, uma técnica de vendas que tem um curso exclusivo para ela em nossa escola de Ecommerce.
E é o preferido de Cleide:
“Eu gosto muito de todos os cursos do Ecommerce na Prática, mas o meu preferido é o Oferta Explosiva, eu vejo e revejo ele várias vezes.”
Cleide Pacheco - fundadora da Zambeze Calçados
A estratégia é construída sobre antecipação.
Uma campanha nas redes sociais atrai as pessoas interessadas, que são convidadas para um grupo de WhatsApp.
A partir daí, o engajamento cresce — até o dia em que o carrinho abre. Quem está no grupo já sabe a data. Quando a hora chega, Cleide afirma:
“A hora que você abre o carrinho de compra é extraordinário, a gente vê picos de vendas incríveis.”
Cleide Pacheco - fundadora da Zambeze Calçados
Serve tanto para girar estoque quanto para lançar novidades.
Cleide aplica até hoje, no digital e como complemento às ações da loja física.
4. Identificou e escalou o produto estrela
O produto já existia na loja há anos, uma sandália de conforto extremo para clientes com dores crônicas.
No físico, vendia 30 a 40 pares por ano. Ou seja, era um produto de nicho, com estoque controlado.
Nas aulas do Ecommerce na Prática, Cleide saiu com um insight de fazer um vídeo básico, com intuito de comunicar o produto certo para quem realmente sente a dor.
Com vídeo, descrição específica e impulsionamento, a sandália de nicho virou o produto mais vendido da Zambeze.

Os resultados da Zambeze
O aprendizado não parou. Cleide revê os cursos da escola Ecommerce na Prática periodicamente — porque cada revisão traz uma compreensão diferente.
Esse ciclo de aprendizado e aplicação produziu resultados em todas as frentes:
- De 30 a 6.000 pares por ano: a sandália de conforto extremo saiu de 30 a 40 unidades vendidas no físico para 6 mil por ano no digital. Após estruturar vídeo e descrição específica, o produto virou referência — a Zambeze chegou a vender cerca de 100 unidades online para cada uma vendida na loja;
- Mais de 300 pares em 3 dias: as estratégias de promoção aprendidas no Ecommerce na Prática viraram rotina nas campanhas de liquidação. A média de 5 a 6 pares por dia cedeu lugar a picos de centenas de vendas;
- 30 a 40% de crescimento no físico: as ações de ativação de clientes e as campanhas periódicas passaram a fazer parte da rotina — ferramentas que não existiam antes do Ecommerce na Prática;
- Vendas nos 27 estados do Brasil: uma meta escrita anos atrás, num curso de empreendedorismo, foi cumprida sem que Cleide percebesse.
Para quem ainda pergunta se o investimento vale, Cleide responde sem hesitar:
“Eu não tenho o menor medo de indicar o Ecommerce na Prática para nenhuma pessoa que venha conversar comigo. Aliás, eu indico e falo sempre que foi através deles que a Zambeze chegou no patamar da parte de digital como ela é hoje.”
Cleide Pacheco - fundadora da Zambeze Calçados
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Cleide Pacheco - fundadora da Zambeze Calçados

